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terça-feira, 25 de abril de 2023

O FILHO EM RELAÇÃO AO MUNDO


O FILHO EM RELAÇÃO AO MUNDO

João 3

31 Quem vem das alturas certamente está acima de todos; quem vem da terra é terreno e fala da terra; quem veio do céu está acima de todos


32 e testifica o que tem visto e ouvido; contudo, ninguém aceita o seu testemunho.


33 Quem, todavia, lhe aceita o testemunho, por sua vez, certifica que Deus é verdadeiro.


34 Pois o enviado de Deus fala as palavras dele, porque Deus não dá o Espírito por medida.


35 O Pai ama ao Filho, e todas as coisas tem confiado às suas mãos.


36 Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.


Jesus Cristo renovou minha vida 💙


#Jesus

quinta-feira, 7 de março de 2019

Quanto mais aprendemos a respeito de Jesus, mais aumenta a nossa fé.


Jesus nasceu na pobreza e na obscuridade. Era mais natural pensar em riquezas e esplendor como um começo mais apropriado para o Rei do universo. Mas "aquilo que é elevado entre homens é abominação diante de Deus" (Lucas 16:15). Embora alguns pastores e, mais tarde, alguns magos tenham vindo ver a Jesus, seu nascimento passou quase totalmente despercebido. Quem poderia pensar que esse nascimento moldaria a História do mundo?
[...]
Deus fez com que Cristo nascesse no lugar que ele predisse e da forma que ele determinou. Deus protegeu a Jesus até chegar a sua hora. Quanto mais aprendemos a respeito de Jesus, mais aumenta a nossa fé.

💦   trecho da mensagem de Gary Fisher


terça-feira, 27 de março de 2018

Conheça o verdadeiro Jesus! 👑


Controverso, visionário, líder, adorado... A vida de Jesus teve tanto impacto que dividiu a História em antes e depois dele! O mundo nunca mais foi igual.

Mas quem foi Jesus? Um homem bom, com ensinamentos valiosos? Um revolucionário que queria mudar o mundo? Um ser divino e perfeito, completamente diferente de nós? A figura de Jesus levanta muitas perguntas mas a Bíblia mostra quem ele realmente é.

Este é o verdadeiro Jesus, o Jesus da Bíblia...

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Jesus, o Homem
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Jesus era humano, como você e eu! Ele nasceu, cresceu, trabalhou, suou, comeu, sofreu, passou frio...

Jesus nasceu em Belém mas cresceu em Nazaré, onde se tornou carpinteiro como seu pai. Seu nascimento foi marcado por milagres mas, depois disso, sua infância e juventude foi normal. Ninguém suspeitava que, com 30 anos, Jesus iria se tornar na figura mais conhecida da região!

Jesus começou seu ministério depois que foi batizado. Muitos ficavam admirados porque ele não tinha grandes estudos mas falava com autoridade e sabedoria. Jesus também fazia milagres e profetizava. Em pouco tempo, ele ficou com muitos seguidores.

Jesus tinha vários amigos, que ele amava. Ele gostava de conversar e comer com os amigos, ricos ou pobres, de qualquer situação e profissão. Muitas vezes seus amigos não o compreendiam mas ele não desistia deles.

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Jesus, o Filho de Deus
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Mas Jesus era mais que um homem. Ele nasceu de uma virgem, pelo poder do Espírito Santo e Deus o chamou seu Filho. Jesus era Deus vindo ao mundo como um homem.

Mesmo vivendo como um homem normal, Jesus refletia a glória de Deus. Seus ensinamentos eram cheios do poder da verdade de Deus os milagres que fazia eram incríveis. Perante uma ordem de Jesus, nada era impossível!

Jesus mostrou que ele é o caminho para o Pai. Ele é o Emanuel, Deus conosco. Ele tem toda a autoridade de Deus e toda sua sabedoria.

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Jesus, o Salvador
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Jesus não veio apenas para nos revelar quem Deus é. Ele veio para nos salvar! Por causa do pecado, ficamos separados de Deus e debaixo de condenação. Jesus veio para levar nosso castigo e nos oferecer perdão.

Jesus se ofereceu para morrer na #cruz por você. Se você crê que ele é seu salvador, seus pecados ficam pagos lá na cruz. Mas Jesus não ficou morto. Ele ressuscitou! Quando Jesus se torna seu salvador, ele lhe promete a ressurreição para a vida eterna, junto dele.

Jesus salva do pecado, da morte e da condenação. Ele liberta para uma vida nova, cheia de esperança. Esse é o verdadeiro Jesus, o Deus que se fez homem para nos salvar.

Texto de bibliaon

#JesusCristoRenovouMinhaVida

terça-feira, 13 de março de 2018

JESUS, Ele veio para pregar as boas novas, para curar, trazer libertação, para proclamar graça, e para oferecer conforto.


"O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos." Isaías 61:1

Jesus leu esta passagem numa sinagoga em Nazaré para descrever seu ministério (Lucas 4:17-21). Ele veio para pregar as boas novas, para curar, trazer libertação, para proclamar graça, e para oferecer conforto. Por isso não rejeite o amor de Jesus, renda-se diante do Pai, o Senhor se agrada quando nos apresentamos com nosso coração quebrantado, Ele quer nos dar a salvação, e fazer com que tenhamos uma vida plena e abundante. (DevocionalDiário)

sábado, 6 de maio de 2017

Pilatos, Herodes, e todos os sacerdotes, anciãos e autoridades de Israel não conheciam Jesus!


SE O TIVESSEM CONHECIDO –  por LUCIANO SUBIRÁ
Conhecer ou não uma verdade espiritual pesa muito numa decisão. Não só pelo fato de que o conhecimento nos favorece para escolher bem, mas também pelo fato de que cada um de nós será julgado na direta proporção do conhecimento que tem.

Em época posterior ao julgamento de Cristo, na verdade dezenas de anos depois, a Bíblia volta a fazer menção de Pôncio Pilatos e sua decisão quanto a Jesus; e faz isto exatamente dentro do contexto do assunto que agora estamos abordando:



“Entretanto, falamos de sabedoria entre os maduros, mas não da sabedoria desta era ou dos poderosos desta era, que estão sendo reduzidos a nada. Pelo contrário, falamos da sabedoria de Deus, do mistério que estava oculto, o qual Deus preordenou, antes do princípio das eras, para a nossa glória. Nenhum dos poderosos desta era o entendeu, pois, se o tivessem entendido, não teriam crucificado o Senhor da glória”. 1 Coríntios 2:6-8


O apóstolo Paulo escreveu aos Coríntios e lhes expôs a diferença entre o conhecimento natural das coisas e o entendimento espiritual das verdades de Deus. E quando falava acerca disto, tomou como exemplo esta porção que transcrevemos, onde fala dos poderosos da época de Jesus não terem sabedoria de Deus (espiritual) e que justamente pela falta dela não conheceram quem era Jesus Cristo, pois se tivessem conhecido não o teriam crucificado.

Isto envolve Pilatos, Herodes, e todos os sacerdotes, anciãos e autoridades de Israel. Fala das autoridades, dos poderosos, dos que podiam decidir a respeito da crucificação de Jesus; e é claro, Pilatos está dentro.

Embora a referência seja a todos eles, devido à nossa aplicação sobre Pilatos e o paralelo entre a decisão dele e a nossa, quero deixar de lado a figura das demais autoridades que se envolveram direta e indiretamente na crucificação de Cristo, e olhar somente para o governador romano. E isto só por questão de enfoque, embora o princípio se aplique a cada um deles.

A afirmação bíblica é, portanto, que se Pilatos tivesse uma revelação espiritual de quem era Jesus jamais o teria mandado para a cruz. E a partir desta afirmação queremos tecer algumas considerações e demonstrar alguns princípios.
JUÍZO NA PROPORÇÃO DO CONHECIMENTO

No pretório, houve um pequeno diálogo entre Jesus e Pilatos. E neste pequeno diálogo há uma afirmação de Cristo que nos revela um detalhe interessante sobre questões como “conhecimento” e “juízo”.


“Você se nega a falar comigo? “, disse Pilatos. “Não sabe que eu tenho autoridade para libertá-lo e para crucificá-lo?”
Jesus respondeu: “Não terias nenhuma autoridade sobre mim, se esta não te fosse dada de cima. Por isso, aquele que me entregou a ti é culpado de um pecado maior”. João 19:10,11

A resposta de Jesus a Pilatos quer dizer o seguinte: “Você só tem este poder de decidir o que fazer comigo porque Deus te deixou ter, e porque sabe que o que você vai escolher não vai afetar o plano divino”. Mas o detalhe que vem a seguir é que me chama a atenção: “aquele que me entregou a ti é culpado de um pecado maior”.

Só nesta frase vemos que Jesus está falando sobre duas coisas distintas:



1. O terem rejeitado Jesus foi considerado pecado. Isto mostra que quem errou na escolha pecou, mesmo que a crucificação de Cristo tenha sido benéfica ao mundo por ser o meio de redenção dos nossos pecados.


2. Há uma diferença entre o pecado cometido por Pilatos e o que cometeram os que entregaram Jesus a ele. Este grupo envolve desde Judas, o traidor, até as autoridades dos judeus. E a diferença entre a gravidade de pecado (Jesus lhe chamou “maior”) deve-se ao quanto conhecimento cada um possuía. Das autoridades religiosas que acompanharam o ministério de Jesus esperava-se mais, pois eram conhecedores das Escrituras e presenciaram os milagres de Jesus. De Judas, então, nem se fale! Mas Pilatos, um gentio, era o mais ignorante acerca do conteúdo das promessas acerca da vinda do Messias.


Vemos portanto, que quanto maior for o conhecimento da pessoa sobre Jesus, maior juízo haverá sobre sua escolha. Como Pilatos conhecia menos, seu juízo será menor. Como os sacerdotes e anciãos conheciam mais, maior será o seu juízo.


Na epístola de Tiago encontramos uma afirmação que relaciona o julgamento que receberemos com a proporção do conhecimento que temos: “Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo” (Tg 3.1). O que conhece mais a ponto de ser um ensinador, tem maior responsabilidade; isto vale no âmbito pessoal e também ministerial, pois se ao ensinar, o fizer de forma errada, tal pessoa dará conta a Deus. Esta diferença é vista em outras afirmações bíblicas, como a que o apóstolo Pedro faz sobre quem conheceu a Jesus e o abandonou depois de já ter o conhecimento:



“Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado.” 2 Pedro 2.20,21

Está estabelecida clara diferença entre o que conheceu e o que não conheceu. É lógico que o não conhecer não inocenta a pessoa, mas faz com que se exija menos dela para a tomada de sua decisão. Jesus mencionou em seus ensinos a diferença entre dois homens que erraram e seriam ambos julgados, mas segundo a proporção de seu conhecimento:



“Aquele servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele deseja, nem age para agradá-lo, será castigado com extrema severidade. Contudo, aquele que não conhece a vontade do seu senhor, mas praticou o que era sujeito a castigo, receberá poucos açoites. A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais ainda será requerido.” Lucas 12:47,48

Tanto um como outro seriam punidos, pois ambos erraram; o que conhecia a vontade do senhor, por não agir à altura, e o que não conhecia por não procurar conhecê-la. As falhas são distintas: o que conhecia pecou por rebelião, enquanto que o pecado do outro foi omissão ou mesmo desinteresse em procurar saber a vontade do senhor. Mas o fato é que o primeiro errou ativamente enquanto que o segundo errou passivamente, só que a ignorância não justifica, tem um juízo menor, mas tem juízo da mesma forma. O que devemos fazer é procurar conhecer e, então obedecer a vontade de Deus. O próprio fato de você estar lendo essas verdades traz sobre sua vida uma responsabilidade maior, que antes você não tinha.

Se Pilatos tivesse conhecido quem era Jesus, não o teria crucificado. Quando Cristo estava na terra, haviam diferentes opiniões acerca dele; ouviam-se testemunhos diferentes sobre sua identidade. Então como saber quem era realmente ele? Como conhecê-lo?

Os que realmente o conheceram – seus apóstolos – precisaram de mais do que uma opinião, eles receberam uma revelação de Deus acerca de Jesus. Observe o que diz a Bíblia.



“Indo Jesus para as bandas de Cesaréia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o filho do homem? Responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias, ou algum dos profetas. Mas vós, continuou ele, quem dizeis que sou eu? Respondeu Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és, Simão Bar-Jonas, porque não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus.” Mateus 16:13-17

Percebemos por este episódio narrado pelo evangelista Mateus que as opiniões eram diversas, mas Pedro soube quem realmente Jesus era não porque ficou ouvindo os comentários dos homens, mas ele recebeu uma revelação de Deus! Seu coração se abriu de tal forma que o Espírito Santo pode dar testemunho de quem era Jesus. Não basta tentar conhecê-lo com o intelecto, com a razão; é preciso mais que isto. Você deve orar e pedir ao Pai que está nos céus que abra o seu coração para que haja uma compreensão profunda, espiritual, acerca de Jesus. Isto acontecia com pessoas nos dias da Bíblia, continua acontecendo hoje e pode ocorrer com você. Veja mais um exemplo bíblico, que se deu numa ocasião em que o apóstolo Paulo pregava o evangelho:



"Certa mulher chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia.” Atos 16.14

Assim como Deus abriu o coração desta mulher, também quer abrir o seu. Pilatos pecou por não conhecer; contudo, ninguém pode usar a falta de conhecimento como desculpa. Se nos falta mais conhecimento para decidirmos o que fazer de Jesus chamado Cristo, devemos buscá-lo. Se você tem dificuldade quanto a entender a redenção que Cristo veio trazer à humanidade por meio de sua morte e ressurreição, ou quanto à sua divindade ou mesmo seus ensinos e como compreender a Bíblia, busque ajuda, mas não estacione na dúvida e nem tampouco na ignorância espiritual.

Se você ainda não conseguiu ver o senhorio de Jesus e a importância de submeter-se a ele, decidindo bem em seu tribunal, se ainda tem dificuldades para liberar sua fé e assumir um compromisso de alto nível, não faça sua escolha ainda. Investigue mais. Procure saber mais. Se o governador da Judeia tivesse feito isto e conhecido mais, não teria rejeitado Jesus Cristo. E sei que se você o fizer, também não o rejeitará.


mensagem de Luciano P. Subirá.
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Extraído do livro “Que Farei de Jesus Chamado Cristo?”
no site 'orvalho'



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Nossa própria ressurreição está conectada com a ressurreição de Jesus!


O americano Josh McDowell consumiu mais de mil horas de estudo para chegar à conclusão de que a ressurreição de Jesus é o fato mais notável da história. Poderia ser o contrário, “um dos embustes mais perversos, maldosos e insensíveis já impingidos à mente humana”.

Depois de ressuscitado, Jesus foi visto
__por Maria Madalena (Jo 20.14), 
__pelos dois discípulos a caminho de Emaús (Lc 24.31), 
__por Pedro (Lc 24.34, 1 Co 15.5),
__pelos apóstolos (Mc 16.14), 
__por mais de quinhentas pessoas de uma só vez (1 Co 15.6),
__por Tiago (1 Co 15.7) e 
__por Paulo (1 Co 15.8).

De todas as aparições, uma das mais notáveis e convincentes foi aquela em que Jesus se mostrou coletivamente a mais de quinhentos irmãos. Quando Paulo escreveu a Primeira Carta aos Coríntios, em torno do ano 55 d.C., a maioria desses irmãos ainda vivia e poderia dar seu testemunho em favor da ressurreição do Senhor (1 Co 15.6).

Se Cristo não ressuscitou, explica Paulo, “não temos nada para anunciar, e vocês não têm nada para crer” (1 Co 15.14, BLH). Seria o desmoronamento de todo o edifício cristão, o maior escândalo de todos os tempos. Já que Ele de fato ressuscitou, acontece exatamente o contrário: “Temos tudo para anunciar e vocês têm tudo para crer”. E uma das mensagens anunciadas na qual devemos crer é a que diz respeito à nossa própria ressurreição. Ela está conectada com a ressurreição de Jesus.

Em Jesus você pode confiar!


fonte: Ultimato-edição 269-Março-Abril 2001

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Na cruz. Quando Jesus fala da sua sede, ele mostra a realidade humana do sofrimento.

(imagem meramente ilustrativa)

“Tenho sede”

Na sua morte, como ao longo da sua vida, Jesus olhou para as necessidades dos outros. Deus é amor, e assim Jesus manifestou o amor em carne, mostrando sua sincera preocupação com os outros. Muitas vezes, ele ignorou as suas necessidades físicas. Passava noites sem dormir e dias sem comer para servir aos outros. Não foi diferente durante a crucificação. Jesus procurou o bem da sua mãe, de um ladrão arrependido, e até dos soldados que executaram a sentença de morte quando o pregaram na cruz.

No meio das suas palavras de amor para com os outros, aparece uma expressão de Jesus que admite seu próprio sofrimento. Somente depois de cuidar das suas responsabilidades para com os outros, Jesus comentou da sua condição. “Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede!” (João 19:28).

Durante as primeiras horas na cruz, Jesus focalizou sua missão de cumprir as Escrituras. Sendo ele o Messias, citado em centenas de profecias, e aquele que cumpre o Antigo Testamento, Jesus viu seu trabalho em termos de cumprir seu propósito (Mateus 5:17). O apóstolo Paulo descreveu este papel importante de Jesus em poucas palavras: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4).

Quando Jesus fala da sua sede, ele mostra a realidade humana do sofrimento. Depois de umas seis horas na cruz, ele admitiu sua agonia com as simples palavras: “Tenho sede”. Até nessas palavras observamos e exemplo perfeito de Jesus. Ele poderia ter passado horas gritando e reclamando sobre a dor imposta nesta punição cruel. Ele poderia ter amaldiçoado os soldados e oficiais que determinaram sua morte, como muitos outros na mesma situação o faziam. Mas Jesus não deixou a dor e o sofrimento tomar controle dele. Até nesse aspecto do seu exemplo achamos uma mensagem valiosa. Todos nós sofremos, sejam dores físicas ou emocionais. Não é errado admitir a dor, mas a dor não justifica comportamento errado de maltratar os outros.

Há um contraste interessante entre a reação de Jesus a dois gestos, um no início da crucificação e outro depois de ele comentar sobre sua sede, horas depois. Quando se prepararam para pregar Jesus na cruz, ofereceram-lhe vinho misturado com uma droga para aliviar a dor, mas ele recusou (Marcos 15:23). Ele não deixou nenhuma droga amenizar o sofrimento que tomou sobre si. Encarou a agonia da cruz – agonia causada pelos pecados de pessoas como eu e você – acordado e consciente. Mas agora, depois de cumprir sua missão e chegando ao momento de perder a consciência, aceitou o vinagre oferecido.

Qual foi o benefício do vinagre? Depois de tomar o vinagre, Jesus falou talvez mais duas coisas antes de expirar. O benefício do vinagre seria, no máximo, de lhe dar alguns momentos de lucidez e de molhar a boca para deixá-lo falar. Não teria aliviado a dor naquele ponto avançado da crucificação.

Mas será que não houve um outro benefício nisso? No meio de tanta crueldade das pessoas responsáveis pela morte de Jesus, ele abriu uma oportunidade para alguém fazer um pequeno gesto de bondade. Da mesma maneira que um copo d´água pode simbolizar o amor que Jesus tanto deseja nos seus seguidores (Mateus 25:31-40), o gesto de levantar um caniço com uma esponja molhada em vinagre representa a oportunidade para alguém demonstrar um pouco de compaixão no momento da morte de Jesus. Diferente da autonomia total defendida pelo estoicismo (uma filosofia helenista com suas raízes no terceiro século a.C.), Jesus admitiu sua dor e permitiu que outros oferecessem ajuda.

Não devemos deixar a dor e o sofrimento dominarem as nossas vidas ou controlarem o nosso comportamento, mas não há virtude em mentir e negar a realidade da dor. Quando Jesus falou da sua sede, ele abriu oportunidade para outros servirem e mostrarem compaixão. “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6:2).

mensagem de Dennis Allan
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domingo, 2 de outubro de 2016

JESUS, Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

"Me Chame Apenas de Jesus”
__Muitos dos nomes na Bíblia que se referem ao Senhor são imponentes e augustos: Filho de Deus, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, A Ressurreição e a Vida, Estrela da Manhã, Aquele que Devia Vir, Alfa e Omega.

Essas são frases que esticam os limites da linguagem humana num esforço para capturar o que é incapturável, a grandeza de Deus. E por mais que tentem elas nunca satisfazem. Ouvi-las é quase que ouvir uma banda do Exército de Salvação tocar na esquina o "Messias" de Handel por ocasião do Natal. Uma boa tentativa, mas não funciona. A mensagem é majestosa demais para o meio de comunicação.

O mesmo acontece com a linguagem. A frase "Não há palavras para expressar..." é a única que pode ser honestamente aplicada a Deus. Nenhum nome lhe faz justiça.

Mas existe um nome que recorda uma qualidade do Mestre que confundiu e compeliu aqueles que o conheceram. Ele revela um lado dele que, quando reconhecido, é suficiente para fazer com que você se prostre.

Ele não é pequeno nem grande demais. E um nome que se ajusta como o sapato se ajustou ao pé de Cinderela.
Jesus

Nos evangelhos é o seu nome mais comum — usado quase 600 vezes. E era mesmo um nome comum. Jesus é a forma grega de Josué, Jesua e Jeosua — todos nomes familiares no Velho Testamento. Houve pelo menos cinco sumo sacerdotes conhecidos como Jesus. Os escritos do historiador Josefo se referem a cerca de vinte pessoas chamadas Jesus. O Novo Testamento fala de Jesus, o Justo[1], amigo de Paulo, e o feiticeiro de Pafos é chamado Bar-Jesus[2]. Alguns manuscritos dão Jesus como o primeiro nome de Barrabás. "A quem quereis que eu vos solte, a Jesus Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?"[3]

Qual é o ponto? Se Jesus viesse hoje, o seu nome poderia ser João, Beto ou Carlos. Se ele estivesse aqui hoje, é duvidoso que se distanciasse com um nome elevado como Reverendo Santo Divindade Angelical III. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho teria, ele escolheu um nome humano.[4] Preferiu um nome tão típico que aparecesse duas ou três vezes em qualquer chamada de escola.

"O Verbo se fez carne", disse João, em outras palavras.

Ele era palpável, acessível, alcançável. E, mais ainda, ele era comum. Se estivesse aqui hoje você provavelmente não o notaria quando estivesse em meio a uma multidão fazendo compras. Ele não faria as cabeças se voltarem por causa das roupas que usava ou pelas jóias com que se adornava.

"Me chame apenas de Jesus", quase se podia ouvi-lo dizer.

Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir um jogo de futebol em sua casa. Ele brincaria no chão com seus filhos, cochilaria no seu sofá, e faria churrascos em sua grelha. Ele riria das suas piadas e contaria algumas das dele. E quando você falasse, ele ouviria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

Uma coisa é certa, você o convidaria de novo.

Vale a pena notar que os que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus. Os títulos, Jesus Cristo e Senhor Jesus só aparecem seis vezes. Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

Pense nas implicações. Quando Deus decidiu revelar-se à humanidade, qual o meio que usou? Um livro? Não, isso foi secundário. Uma igreja? Não. Isso foi uma conseqüência. Um código moral? Não. Limitar a revelação de Deus a uma lista fria de "faça" e "não faça" é tão trágico como olhar para um mapa rodoviário e dizer que você viu as montanhas.

Quando Deus decidiu revelar-se, ele fez isso (surpresa das surpresas) através de um corpo humano. A língua que ressuscitou os mortos era humana. A mão que tocou o leproso tinha sujeira debaixo das unhas. Os pés sobre os quais a mulher chorou eram calosos e empoeirados. E suas lágrimas... oh, não se esqueça das lágrimas... elas vieram de um coração tão quebrantado como o seu ou o meu jamais o foram.

"Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas"[5] (Heb 4:15)

As pessoas se aproximavam então dele. Puxa, como o procuravam! Elas surgiam à noite; tocavam nele quando caminhava pelas ruas; seguiam-no até o mar; convidavam-no para suas casas e colocavam seus filhos aos pés dele. Por quê? Porque ele se recusou a tornar-se uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Ele escolheu em vez disso ser Jesus.

Não há sequer uma sugestão de alguém que temesse aproximar-se dele. Havia alguns que o ridicularizavam. Havia outros que o invejavam. Outros ainda que não o compreendiam. E outros que o reverenciavam. Mas não havia ninguém que o considerasse santo demais, divino demais, ou celestial demais para ser tocado. Não houve uma pessoa sequer que relutasse aproximar-se dele com medo de ser rejeitada.

Lembre-se disso.

Lembre-se disso da próxima vez que ficar surpreso com suas próprias falhas.

Ou da próxima vez em que acusações ácidas fizerem buracos em sua alma.

Ou da próxima vez em que olhar para uma catedral fria ou ouvir uma liturgia sem vida.

Lembre-se. É o homem que cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

"Me chame apenas Jesus."

mensagem de Max Lucado


[1] Colossenses 4.11
[2] Atos 13.6
[3]Mateus 27.17 William Barclay, Jesus As They Saw Him (Grand Rapids, Mich: Wm. B. Eerdmans).
[4] Mateus 1.21
[5] Heb 4:15

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

JESUS CRISTO - A porta do céu

Apenas um pôde dizer: “ Eu sou a vida ” (João 14.6), e esse alguém foi Jesus Cristo. A Seu respeito está escrito em Colossenses 1.16: “ Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis ”.

Em João 1.3 lemos: “ Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez ”. Qualquer teoria sobre o início da vida e o surgimento do mundo que não mencione Jesus como a origem e a fonte da vida é uma concepção morta, que inevitavelmente se esfacela na Rocha que é Jesus.

Assim, a teoria da evolução passa a ser um dos maiores enganos da história mundial e lança milhões de pessoas no abismo da incredulidade. Infelizmente, o que muitos dos nossos contemporâneos não levam em consideração é que ao abismo da descrença segue o abismo da perdição eterna depois da morte (inferno).

O dilema real na maneira de pensar de nosso mundo é que o verdadeiro Criador de todas as coisas não é honrado com manchetes, dizendo: Muito obrigado, Jesus!

Muitos não sabem que Jesus Cristo nos fez uma oferta grandiosa. Ele disse: “ Eu sou a Porta ” (João 10.9). Ele estava se referindo à porta do céu. Quem se volta para Jesus tem a vida eterna.

mensagem do Dr. Werner Gitt


sexta-feira, 8 de abril de 2016

O que significa o sangue de Jesus Cristo para você?


"...A saber, que Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação." (2 Coríntios 5.19)

O que significa o sangue de Jesus Cristo para você? Não se trata de pensar apenas de maneira abstrata sobre o assunto. É necessário que nossos corações sejam comovidos profundamente por esse fato, pois: "...sem derramamento de sangue não há remissão." A primeira e fundamental afirmação desse versículo se refere sem dúvida ao sacrifício expiatório do nosso Senhor Jesus. Mas, ao mesmo tempo, também se refere diretamente a nós. Será que realmente já nos demos conta do que a Bíblia entende pelo sangue de Jesus Cristo? Sangue e vida são unidos inseparavelmente. Muitas vezes consideramos o sangue de Jesus como um remédio que faz milagres. Mas, na verdade, através do derramamento do Seu sangue precioso Jesus realizou completa expiação!

Você sabe o tamanho da responsabilidade que temos quando aprendemos a conhecer o maravilhoso poder do sangue de Jesus, mas não estamos dispostos a arcar com as conseqüências de um discipulado sério? Pois o Senhor Jesus transpôs o abismo intransponível entre Deus e sua alma, por meio de Sua própria morte. Mas você, alguma vez, já cruzou essa ponte e exclamou de todo coração: "Meu Deus, estou decidido a ser Teu por toda a eternidade!"?

mensagem de Wim Malgo


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

“Deus me enviou” Jesus tinha plena consciência de seu envio.


Desde o século 8, o ano do envio de Jesus passou a ser considerado oficialmente o meio da história. Temos os anos “antes de Cristo” (a.C.) e os anos “depois de Cristo” (d.C.). Os anos posteriores à vinda de Jesus são também chamados de “Anno Domini” (ano do Senhor Jesus) ou “Anno Salutis” (ano da salvação). Alguns cartórios ainda registram: “Saibam quantos esta pública escritura virem que no ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo[...]”.

“Deus me enviou”
Jesus tinha plena consciência de seu envio. A frase mais repetida por ele no Evangelho de João é “Deus me enviou”. Em quinze dos 21 capítulos do quarto Evangelho, ela aparece 35 vezes. A expressão “Deus enviou o seu Filho” ocorre três vezes na primeira carta de João (4.9-10, 14).

O Senhor inicia o seu ministério com a idade de 30 anos, na sinagoga de Nazaré. Na ocasião, ele faz referência ao seu envio, lendo a profecia de Isaías, escrita setecentos anos antes: “O Senhor me deu o seu Espírito. Ele me ‘escolheu’ para levar boas notícias aos pobres e me ‘enviou’ para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos e anunciar que chegou o tempo [o tal “tempo certo”] em que o Senhor salvará o seu povo” (Lc 4.18-19).

Talvez os ouvintes não tenham entendido, mas na parábola dos lavradores maus, que aparece nos Evangelhos Sinóticos, Jesus faz um resumo histórico de todos os envios anteriores ao dele, sem deixar de mencionar o envio do filho único e amado do dono da vinha. O que Jesus queria transmitir é que ele, o unigênito do Pai (Jo 3.16) e o amado do Pai (Mt 3.17; 17.5), seria enviado por último, depois de todos os profetas (Lc 20.9-18).

de: ultimato/revista/artigos/354 (parte do texto)

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

As dores de Jesus durante a sua paixão, relatado por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet


Relato aqui a descrição das dores de Jesus feita por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet dando a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão.

"Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. Posso portanto escrever sem presunção."

Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas - orava mais intensamente. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas . E o faz com a precisão dum clínico.

Louvores