Mostrando postagens com marcador Jesus Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus Cristo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de setembro de 2023

Visão de quem é o Cristo

Lendo as Escrituras, podemos ter uma visão, embora não definitiva, de quem é o Cristo, aquele que haveria de vir e que seria “o resplendor da Glória e expressão exata de Deus” (Hb 1:3).



Parafraseando o Doutor Edmund Haggai em uma de suas preleções, podemos dizer que Ele é a coroa do Universo. O cumprimento das profecias. O Salvador do mundo. Ele é a voz humana em toda música e a estética em toda a escultura.


Para o artista, Ele é o supra-sumo da beleza.


Para o arquiteto, a pedra fundamental.


Para o astrônomo, é a estrela da manhã.


Para o padeiro, o pão da vida.


Para o biólogo, Ele é a vida.


Para o construtor, o alicerce seguro.


Para o carpinteiro, Ele é a porta.


Para o médico, o médico dos médicos.


Para o doente, o Homem de dores.


Para o pintor e fotógrafo, Ele é a Imagem de Deus.


Para o educador Ele é o grande mestre.


Para o engenheiro, o caminho novo e vivo.


Para o arquiteto, a linha mais perfeita.


Para o geólogo, Ele é a rocha eterna.


Para o escritor, a Palavra Viva.


Para o fazendeiro, Ele é o semeador, o Senhor da colheita.


Para o floricultor, a rosa de Sarom e o Lírio do Vale.


Para o paisagista, Ele é a videira verdadeira.


Para o juiz, Ele é o justo juiz de toda a humanidade.


Para o réu, Ele é o advogado.


Par o advogado, o grande legislador.


Para o jornalista, Ele é as Boas Novas de grande alegria.


Para o filósofo, a sabedoria divina.


Para o teólogo, o Verbo de Deus.


Para o poeta, a maior das inspirações.


Para o astrônomo, a Luz do mundo.


Para o matemático, Ele é o começo e o fim.


Para o linguista, o Alfa e o Ômega.


Para o diplomata, Ele é o Mediador e o Príncipe da paz.


Para a ovelha perdida, Ele é o Bom Pastor.


Para o aviador, Ele é o guia.


Para os religiosos, o Sumo Sacerdote.


Para o marinheiro, o farol que leva a terras tranquilas.


Nos momentos de dúvida, Ele é o Conselheiro.


Para o abatido, a grande Alegria.


Para o pregador, Ele é a Palavra de Deus.


Para o estadista, o desejo de todas as nações.


Para os chefes de Estado, Ele é o Rei dos Reis.


Para o trabalhador, Ele é o provedor de todo descanso.


Para o pecador, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.


Para Israel, a Raiz de Davi.


Para o cristão, Ele é o Filho do Deus Vivo, o Salvador, Redentor e Senhor.


Para o discípulo e para o soldado, Ele é o comandante-em-chefe.


Para o perdido, Ele é o Caminho.


Para os mortos, Ele é a ressurreição e a vida eterna.



Ele é Cristo, o Incomparável.



Tê-lo como Senhor e Salvador é muito mais que uma decisão inteligente e sábia, é um privilégio. Caminhar com ele e para ele é a maior das jornadas que alguém pode empreender. Falar, escrever, cantar seus feitos é a maior das honras que alguém pode experimentar. Poder dizer como o apóstolo Paulo no auge de sua experiência espiritual “não sou quem vivo, mas Cristo é que vive em mim” (Gl 2:5), deve ser nossa busca por toda nossa caminhada.



Mensagem de Francisco Antonio Oliveira Silva

@Jesus Cristo renovou minha vida 








terça-feira, 25 de abril de 2023

O FILHO EM RELAÇÃO AO MUNDO


O FILHO EM RELAÇÃO AO MUNDO

João 3

31 Quem vem das alturas certamente está acima de todos; quem vem da terra é terreno e fala da terra; quem veio do céu está acima de todos


32 e testifica o que tem visto e ouvido; contudo, ninguém aceita o seu testemunho.


33 Quem, todavia, lhe aceita o testemunho, por sua vez, certifica que Deus é verdadeiro.


34 Pois o enviado de Deus fala as palavras dele, porque Deus não dá o Espírito por medida.


35 O Pai ama ao Filho, e todas as coisas tem confiado às suas mãos.


36 Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.


Jesus Cristo renovou minha vida 💙


#Jesus

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Há lucro eterno em aceitar Jesus como Senhor e Cristo.

 

Então, falando praticamente, o que afinal é envolvido em confessar Jesus como Senhor? Bem, obviamente a primeira coisa envolvida é falar de nossa aceitação de seu senhorio. Nosso texto de Romanos diz, "Se, com tua boca, confessares Jesus como Senhor..." (10:9).


Mas isso não termina aqui. Somente começa aqui. Jesus, de fato, nem mesmo quer que façamos tal confissão se não estivermos querendo agir sobre ela. Ele não quer que o chamemos "Senhor" e "Mestre" se não queremos comprometer-nos a fazer as coisas que ele diz. Ele disse, "Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?" (Lucas 6:46).


Em vez disso, nossos atos precisam condizer com nossas palavras: "E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai" (Colossenses 3:17).


Confessar o senhorio de Jesus com nossas bocas enquanto não submetemos nossas vidas a ele é inútil. Se ele é verdadeiramente nosso Senhor, então ele domina tanto nossas palavras como nossos atos.


[...]

Aceitar o senhorio de Jesus envolve dizer "sim" a tudo o que ele diz. Envolve negação de interesses próprios, incluindo algumas vezes entregar a própria vida. Mas também envolve encontrar a vida, isto é, a vida eterna. Há lucro eterno em aceitar Jesus como Senhor e Cristo.


@mensagem de Jon Quinn


Jesus Cristo renovou minha vida 💙

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

JESUS CRISTO, Este grande Pastor estava chamando somente aqueles que queriam ouvir sua voz e segui-Lo!

Depois que o Senhor ensinou sua grande parábola do Pastor e o aprisco, um discurso que parece ter feito no inverno que antecedeu a primavera de sua morte (João 10:1-18), seus críticos se queixaram de que seu ensinamento era obscuro e confuso e que ele deveria dizer-lhes em linguagem clara se ele era o Cristo ou não. 

               

A réplica de Jesus foi direta: Já lhes disse numa centena de modos, mas nenhuma delas será bastante, porque vocês simplesmente não acreditam; e não acreditam porque não são minhas ovelhas (10:24-26). 

O Filho de Deus não estava interessado em meter pela goela abaixo dos homens descrentes o que eles positivamente não queriam. Este grande Pastor estava chamando somente aqueles que queriam ouvir sua voz e segui-lo (10:27). Para os demais suas palavras seriam apenas palavrório sem significado; não porque o fossem, mas porque seus ouvidos carnais não afinavam com as coisas espirituais.

trecho da mensagem de Paul Earnhart

domingo, 2 de outubro de 2016

JESUS, Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

"Me Chame Apenas de Jesus”
__Muitos dos nomes na Bíblia que se referem ao Senhor são imponentes e augustos: Filho de Deus, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, A Ressurreição e a Vida, Estrela da Manhã, Aquele que Devia Vir, Alfa e Omega.

Essas são frases que esticam os limites da linguagem humana num esforço para capturar o que é incapturável, a grandeza de Deus. E por mais que tentem elas nunca satisfazem. Ouvi-las é quase que ouvir uma banda do Exército de Salvação tocar na esquina o "Messias" de Handel por ocasião do Natal. Uma boa tentativa, mas não funciona. A mensagem é majestosa demais para o meio de comunicação.

O mesmo acontece com a linguagem. A frase "Não há palavras para expressar..." é a única que pode ser honestamente aplicada a Deus. Nenhum nome lhe faz justiça.

Mas existe um nome que recorda uma qualidade do Mestre que confundiu e compeliu aqueles que o conheceram. Ele revela um lado dele que, quando reconhecido, é suficiente para fazer com que você se prostre.

Ele não é pequeno nem grande demais. E um nome que se ajusta como o sapato se ajustou ao pé de Cinderela.
Jesus

Nos evangelhos é o seu nome mais comum — usado quase 600 vezes. E era mesmo um nome comum. Jesus é a forma grega de Josué, Jesua e Jeosua — todos nomes familiares no Velho Testamento. Houve pelo menos cinco sumo sacerdotes conhecidos como Jesus. Os escritos do historiador Josefo se referem a cerca de vinte pessoas chamadas Jesus. O Novo Testamento fala de Jesus, o Justo[1], amigo de Paulo, e o feiticeiro de Pafos é chamado Bar-Jesus[2]. Alguns manuscritos dão Jesus como o primeiro nome de Barrabás. "A quem quereis que eu vos solte, a Jesus Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?"[3]

Qual é o ponto? Se Jesus viesse hoje, o seu nome poderia ser João, Beto ou Carlos. Se ele estivesse aqui hoje, é duvidoso que se distanciasse com um nome elevado como Reverendo Santo Divindade Angelical III. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho teria, ele escolheu um nome humano.[4] Preferiu um nome tão típico que aparecesse duas ou três vezes em qualquer chamada de escola.

"O Verbo se fez carne", disse João, em outras palavras.

Ele era palpável, acessível, alcançável. E, mais ainda, ele era comum. Se estivesse aqui hoje você provavelmente não o notaria quando estivesse em meio a uma multidão fazendo compras. Ele não faria as cabeças se voltarem por causa das roupas que usava ou pelas jóias com que se adornava.

"Me chame apenas de Jesus", quase se podia ouvi-lo dizer.

Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir um jogo de futebol em sua casa. Ele brincaria no chão com seus filhos, cochilaria no seu sofá, e faria churrascos em sua grelha. Ele riria das suas piadas e contaria algumas das dele. E quando você falasse, ele ouviria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

Uma coisa é certa, você o convidaria de novo.

Vale a pena notar que os que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus. Os títulos, Jesus Cristo e Senhor Jesus só aparecem seis vezes. Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

Pense nas implicações. Quando Deus decidiu revelar-se à humanidade, qual o meio que usou? Um livro? Não, isso foi secundário. Uma igreja? Não. Isso foi uma conseqüência. Um código moral? Não. Limitar a revelação de Deus a uma lista fria de "faça" e "não faça" é tão trágico como olhar para um mapa rodoviário e dizer que você viu as montanhas.

Quando Deus decidiu revelar-se, ele fez isso (surpresa das surpresas) através de um corpo humano. A língua que ressuscitou os mortos era humana. A mão que tocou o leproso tinha sujeira debaixo das unhas. Os pés sobre os quais a mulher chorou eram calosos e empoeirados. E suas lágrimas... oh, não se esqueça das lágrimas... elas vieram de um coração tão quebrantado como o seu ou o meu jamais o foram.

"Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas"[5] (Heb 4:15)

As pessoas se aproximavam então dele. Puxa, como o procuravam! Elas surgiam à noite; tocavam nele quando caminhava pelas ruas; seguiam-no até o mar; convidavam-no para suas casas e colocavam seus filhos aos pés dele. Por quê? Porque ele se recusou a tornar-se uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Ele escolheu em vez disso ser Jesus.

Não há sequer uma sugestão de alguém que temesse aproximar-se dele. Havia alguns que o ridicularizavam. Havia outros que o invejavam. Outros ainda que não o compreendiam. E outros que o reverenciavam. Mas não havia ninguém que o considerasse santo demais, divino demais, ou celestial demais para ser tocado. Não houve uma pessoa sequer que relutasse aproximar-se dele com medo de ser rejeitada.

Lembre-se disso.

Lembre-se disso da próxima vez que ficar surpreso com suas próprias falhas.

Ou da próxima vez em que acusações ácidas fizerem buracos em sua alma.

Ou da próxima vez em que olhar para uma catedral fria ou ouvir uma liturgia sem vida.

Lembre-se. É o homem que cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

"Me chame apenas Jesus."

mensagem de Max Lucado


[1] Colossenses 4.11
[2] Atos 13.6
[3]Mateus 27.17 William Barclay, Jesus As They Saw Him (Grand Rapids, Mich: Wm. B. Eerdmans).
[4] Mateus 1.21
[5] Heb 4:15

domingo, 27 de março de 2016

Os discípulos preparam a PÁSCOA

Mateus 26:17-30
Podemos ter uma idéia do que o Senhor estava sentindo ao comer esta páscoa com Seus discípulos. Nesta celebração justamente se representava o que Ele estava por realizar. Não iria demorar, e o verdadeiro Cordeiro pascal seria imolado (1 Coríntios 5:7). Porém Ele ainda queria dar a Seus discípulos um emblema muito especial de Seu amor. A cada ano, desde a grande noite do êxodo, a páscoa anunciava em figura uma obra que havia de vir. Doravante, a cada primeiro dia da semana, a cena faria o crente recordar que esta obra está consumada. Todas as vezes que a celebramos, anunciamos a morte do Senhor até que Ele venha (1 Coríntios 11:26).

Assim que distribuiu o pão para os Seus, o Senhor Jesus também lhes deu o cálice, dizendo: "Bebei dele todos". Sim, Ele quer que todos participem com Ele desta ceia de amor (exceto Judas que havia saído: João 13:30). São eles dignos da ceia? Pedro O negará e todos os demais fugirão. Ainda assim o Senhor lhes disse - e continua dizendo a todos os redimidos: "Bebei dele todos". A seguir explica o valor inestimável de Seu sangue que será "derramado em favor de muitos, para a remissão dos pecados" (v. 28). Caro leitor, você está entre esses "muitos"? Caso esteja, qual tem sido sua resposta ao desejo do Senhor Jesus? (Salmo 116:12-14).

fonte: ajesus.com.br/todo_dia_com_jesus/novotestamento056.html

Louvores