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Mostrando postagens de Novembro, 2016

Em apenas cinco palavras dizemos tudo: “Ó Jesus, entra em cena!”

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“Ó Jesus, entra em cena!”
Não há oração mais apropriada quando chegamos à conclusão de que todos os nossos recursos foram esgotados e nada mais podemos fazer. A súplica é muito certa e direta. Em apenas cinco palavras dizemos tudo.[…
A oração “Ó Jesus, entra em cena!” não é mantra, não é mentalização, não é uma peça de pensamento positivo, não tem nada a ver com autoajuda. Não são palavras mágicas para se obter algum livramento. Antes é uma honesta confissão de impotência e de desespero. Um pedido de socorro.

(Élben César, nosso saudoso “Reve”) Ultimato

Nossa própria ressurreição está conectada com a ressurreição de Jesus!

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O americano Josh McDowell consumiu mais de mil horas de estudo para chegar à conclusão de que a ressurreição de Jesus é o fato mais notável da história. Poderia ser o contrário, “um dos embustes mais perversos, maldosos e insensíveis já impingidos à mente humana”.
Depois de ressuscitado, Jesus foi visto __por Maria Madalena (Jo 20.14),  __pelos dois discípulos a caminho de Emaús (Lc 24.31),  __por Pedro (Lc 24.34, 1 Co 15.5), __pelos apóstolos (Mc 16.14),  __por mais de quinhentas pessoas de uma só vez (1 Co 15.6), __por Tiago (1 Co 15.7) e  __por Paulo (1 Co 15.8).
De todas as aparições, uma das mais notáveis e convincentes foi aquela em que Jesus se mostrou coletivamente a mais de quinhentos irmãos. Quando Paulo escreveu a Primeira Carta aos Coríntios, em torno do ano 55 d.C., a maioria desses irmãos ainda vivia e poderia dar seu testemunho em favor da ressurreição do Senhor (1 Co 15.6).
Se Cristo não ressuscitou, explica Paulo, “não temos nada para anunciar, e vocês não têm nada pa…

Na cruz. Quando Jesus fala da sua sede, ele mostra a realidade humana do sofrimento.

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“Tenho sede”
Na sua morte, como ao longo da sua vida, Jesus olhou para as necessidades dos outros. Deus é amor, e assim Jesus manifestou o amor em carne, mostrando sua sincera preocupação com os outros. Muitas vezes, ele ignorou as suas necessidades físicas. Passava noites sem dormir e dias sem comer para servir aos outros. Não foi diferente durante a crucificação. Jesus procurou o bem da sua mãe, de um ladrão arrependido, e até dos soldados que executaram a sentença de morte quando o pregaram na cruz.
No meio das suas palavras de amor para com os outros, aparece uma expressão de Jesus que admite seu próprio sofrimento. Somente depois de cuidar das suas responsabilidades para com os outros, Jesus comentou da sua condição. “Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede!” (João 19:28).
Durante as primeiras horas na cruz, Jesus focalizou sua missão de cumprir as Escrituras. Sendo ele o Messias, citado em centenas de profecias, e aquele qu…