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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Jesus é o nosso Parente Redentor. Ele veio para comprar de volta um mundo que estava perdido por causa do pecado no Jardim do Éden (Gn 3.1-7)


Como seres humanos, nunca conseguiremos entender plenamente o que custou para Deus tomar a forma de homem e Se humilhar para Se tornar um de nós, a fim de ser nosso Parente Redentor.

Jesus, o Messias, tinha todos os atributos de Deus: onipresença (Mt 18.20; Mt 28.20), onipotência (Mt 28.18), onisciência (Jo 16.30; Jo 18.4; Jo 21.17), e mais:

“Antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fp 2.7-8).

O termo “servo” é a palavra grega doulous. A idéia é a de se tornar como um escravo devotado a alguém, não levando em conta seus próprios interesses. O Criador eterno, autoexistente, do Universo, voluntariamente, tornou-Se homem, e não apenas um homem, mas um servo, um escravo. Ele tomou a decisão de nascer como ser humano, de enfrentar rejeição e humilhação, e de ser crucificado – tudo isso para pagar o preço da nossa remissão e da nossa libertação das mãos do inimigo.

É disso que trata a encarnação. E, se isso não for amor, não sei o que é.

trecho do texto de: Thomas C. Simcox

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

“Deus me enviou” Jesus tinha plena consciência de seu envio.


Desde o século 8, o ano do envio de Jesus passou a ser considerado oficialmente o meio da história. Temos os anos “antes de Cristo” (a.C.) e os anos “depois de Cristo” (d.C.). Os anos posteriores à vinda de Jesus são também chamados de “Anno Domini” (ano do Senhor Jesus) ou “Anno Salutis” (ano da salvação). Alguns cartórios ainda registram: “Saibam quantos esta pública escritura virem que no ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo[...]”.

“Deus me enviou”
Jesus tinha plena consciência de seu envio. A frase mais repetida por ele no Evangelho de João é “Deus me enviou”. Em quinze dos 21 capítulos do quarto Evangelho, ela aparece 35 vezes. A expressão “Deus enviou o seu Filho” ocorre três vezes na primeira carta de João (4.9-10, 14).

O Senhor inicia o seu ministério com a idade de 30 anos, na sinagoga de Nazaré. Na ocasião, ele faz referência ao seu envio, lendo a profecia de Isaías, escrita setecentos anos antes: “O Senhor me deu o seu Espírito. Ele me ‘escolheu’ para levar boas notícias aos pobres e me ‘enviou’ para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos e anunciar que chegou o tempo [o tal “tempo certo”] em que o Senhor salvará o seu povo” (Lc 4.18-19).

Talvez os ouvintes não tenham entendido, mas na parábola dos lavradores maus, que aparece nos Evangelhos Sinóticos, Jesus faz um resumo histórico de todos os envios anteriores ao dele, sem deixar de mencionar o envio do filho único e amado do dono da vinha. O que Jesus queria transmitir é que ele, o unigênito do Pai (Jo 3.16) e o amado do Pai (Mt 3.17; 17.5), seria enviado por último, depois de todos os profetas (Lc 20.9-18).

de: ultimato/revista/artigos/354 (parte do texto)

domingo, 13 de dezembro de 2015

Jesus, deixou bem clara a Sua mensagem: Se alguém ouvir...

A Bíblia é o espelho absoluto, que revela cruamente quem somos. Para a Bíblia, não há meio termo: “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23).


Quando, com toda a honestidade, lemos a Bíblia e levamos a sério sua mensagem, o que vemos é nosso rosto espiritual desfigurado. Por isso, não é coisa rara quando pessoas se afastam da mensagem bíblica. A tragédia reside no fato de, ao invés de abandonar o pecado, as pessoas abandonaram a Bíblia.

Jesus, deixou bem clara a Sua mensagem: “Se alguém ouvir a Minha mensagem e não a praticar, Eu não o julgo. Pois eu vim para salvar o mundo e não para julgá-lo” (João 12:47).

(trecho do texto do Pr. Olavo Feijó)

#BíbliaSagradaeseuslivros

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