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domingo, 28 de junho de 2015

Deus é a nossa necessidade mais profunda

por Gary Henry

"Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná; que tu não conhecias, nem teus pais conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverás o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem." - Deuteronômio 8:3


A vida neste mundo caído enfrenta-nos com um desafio duplo. A dificuldade é, primeiramente, ver que Deus é a nossa necessidade mais profunda e, em seguida, buscá-lo com a devida diligência. 

O primeiro é um problema de conhecimento - temos de compreender o quanto Deus é importante para nós. 

O segundo é um problema de motivação - nossa vontade deve escolher diligentemente buscar a Deus. Tanto a nossa compreensão quanto a nossa vontade, sem falar de nossas emoções, devem aprender a levar Deus tão a sério quanto ele merece.

Se não vemos Deus como aquilo de que mais profundamente necessitamos, não lhe buscaremos seriamente. Mas mesmo quando percebemos o tamanho de nossa necessidade por Deus, muitas vezes não o procuramos tão fervorosamente quanto deveríamos. Falhamos em lidar seriamente com o assunto mais importante da vida. "Por que isto é assim?" É uma pergunta com a qual deveríamos nos preocupar diariamente.

Enxergar a realidade de nossa necessidade e então buscar a Deus requerem esforço em cada momento. A decisão de buscar a Deus com todo o nosso coração não pode ser tomada de uma vez por todas e então esquecida. Em cada momento único de escolha devemos exercer nossa vontade mais uma vez, decidindo vez após vez manter a integridade daquilo que sabemos ser importante. "A principal coisa é manter a coisa principal a coisa principal." Assim é o nosso desafio contínuo pelo resto da vida.

Não enxergar a nossa necessidade verdadeira e não buscar a Deus são falhas que têm conseqüências desastrosas, mesmo no presente momento. O coração humano geme, desejando ser preenchido, e se não buscarmos a Deus como o objeto de desejo de nossos corações, tentaremos matar a nossa sede de outras maneiras, correndo atrás de satisfações substitutas até que tenhamos nos estragado por inteiro.

Para devotar os nossos corações a desejos fora de Deus não é só desperdiçar anos de nossas vidas em vaidade, é negar a nós mesmos a alegria profunda para a qual fomos criados. O que poderia ser mais trágico do que perder a satisfação triunfante pelo nosso desejo mais profundo simplesmente porque não enxergamos a nossa necessidade e não buscamos o nosso Deus?

Os filhos de Israel não encontraram no maná toda a doçura e a força que poderiam ter encontrado; não porque o maná não os continha, mas porque desejavam outra carne.  (João da Cruz) 



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