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quinta-feira, 30 de abril de 2015

LAR CELESTE - Andar com Jesus leva ao lar celeste!

O evangelho purificador

"Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao SENHOR justas ofertas" (Malaquias 3:3).

Uma das razões porque Jesus repreendeu tão fortemente os chefes religiosos de seus dias foi porque eles eram tão corruptos. Seus motivos eram egoístas e suas atitudes para com os outros eram de desprezo.

A lei de Deus jamais foi para ser usada do modo como os fariseus a estavam usando. João, apaixonadamente, exortou o povo a mudar a sua maneira de agir. Jesus continuou esse tema, ressaltando não somente a pureza de ação, mas também de pensamento (Mateus 5:21-22,27-28; 6:19,23).

E quem pode esquecer a principal afirmação da História sobre o valor da verdade: "...conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32).

Para a purificação acontecer, é preciso haver divisão. Jesus tinha advertido seus discípulos disso. Aqueles que fazem o mal odeiam a luz (João 3:19-21). Daquele dia até hoje, o mundo não esconde a sua má vontade para com aqueles que vivem pela fé.

Mas andar na luz com Jesus é melhor do que andar com o mundo em trevas, pois andar com Jesus leva ao lar celeste, mas andar com o mundo leva à ruína.

-por Jon Quinn


sábado, 25 de abril de 2015

Precisamos somente dizer aos outros o que Jesus disse.

Há trabalho para fazermos, mas “a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Coríntios 4:7). Então, a Deus seja a glória! Conforme Deus uma vez lembrou a Moisés, não importa muito quem somos; importa lembrar quem é ele (Êxodo 3:10-14). Por esta razão não faz nenhuma diferença se a semente do evangelho é plantada por algum doutor em agricultura espiritual ou por algum santo recém convertido, a semente germinará e crescerá por si mesma!


Como o apóstolo Paulo uma vez observou a alguns cristãos impressionados com pregadores e suas habilidades: “Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos, por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus” (1 Coríntios 3:5-6).

Mas isto não é apenas um problema daqueles que pensam muito orgulhosamente nas habilidades humanas, mas também daquelas almas humildes que ansiosamente se atormentam pela sua própria incapacidade como mestre. Aqui, novamente, precisa ser asseverado que o que acontece com a semente plantada não depende de nossas habilidades ou da falta delas, mas da própria palavra de Deus.

Não temos que ficar o tempo todo afinando as coisas, sempre tentando pegar uma linha que pensamos que podemos ter deixado escapar. Precisamos somente dizer aos outros o que Jesus disse, e essa poderosa palavra eterna ficará trabalhando enquanto estivermos dormindo!

–por Paul Earnhart


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ser seguidor de Jesus é aprender a reconhecer que nem tudo tem de ser feito a nosso modo.

João, discípulo de Cristo, em uma de suas andanças encontrou um homem que expelia demônios usando o nome de Jesus. Este homem não era um dos seguidores de Jesus no mesmo sentido que eram os apóstolos e outros comissionados para aquele trabalho (Lucas 9.1-2; 10.1-12).

João, talvez inspirado por um espírito de partidarismo como o de Josué (Números 11.16-30), proibiu o homem de continuar sua obra. Talvez, por causa do ensino sobre receber alguém em nome de Jesus, ele lembrasse do homem que, aos seus olhos, estava usando este nome sem merecê-lo e portanto não devia ser acolhido.

Ele pede o parecer de Jesus sobre sua ação (Marcos 9.33-38; Lucas 9.46-49).
Ironicamente João estava agindo como os escribas que anteriormente se opuseram a Jesus apesar da evidência da ação do Espírito Santo na realização de exorcismos (Marcos 3.22). Agora ele se opunha a um homem que tinha evidência de ter fé em Jesus e que estava fazendo o que alguns apóstolos não tinham conseguido um pouco antes (Marcos 9.18,28).

O Mestre ensinou que o comportamento de João, que representava o dos doze, era errado (Marcos 9.39-40). "Quem não é contra nós, é por nós" diz Jesus. Se aquele exorcista usava o nome de Jesus, deveria ter sido considerado como amigo por João e não como inimigo ou concorrente.

Os discípulos de Cristo não precisam tomar "posições" com respeito aos homens; os homens é que precisam tomar uma posição com respeito a Jesus.

O sentimento de rivalidade e de competição não é compatível com o caráter de servo que Jesus ensinou aos seus seguidores. Ser seguidor de Jesus é aprender a reconhecer que nem tudo tem de ser feito a nosso modo.

Se o exorcista estava a favor de Jesus, deveria ser incentivado e não criticado; deveria, se necessário, ser instruído com maior exatidão sobre o caminho do Senhor (Atos 18.24-19-7). Ele não era como os sete filhos de Ceva (Atos 19.13-16), mas parecia ser alguém com uma boa atitude espiritual.

[...]

por Álvaro César Pestana

 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

A luz no fim do túnel: Jesus voltará!

... o mundo secular (desligado de Deus) tem chegado sempre mais à convicção de que nos aproximamos do fim do mundo. Parece que os sinais dos tempos prenunciam a chegada da noite, e o nosso mundo vê mais "o túnel no fim da luz" do que o inverso. 

Mas os filhos de Deus não têm motivos para ficar resignados. Ao contrário. Para eles, pela fé, aparece a luz no fim do túnel: Jesus voltará. Lemos em 2 Tessalonicenses 1.10: "quando vier para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram, naquele dia (porquanto foi crido entre vós o nosso testemunho)." 

Até que chegue esse momento, devemos remir o tempo e cumprir nossa tarefa  para que mais pessoas sejam ganhas para o Senhor Jesus e para que Sua  Igreja seja preparada para quando Ele voltar. 

Acima de tudo, temos a Palavra Profética, para a qual devemos atentar como uma luz que brilha em lugar tenebroso (2 Pe 1.19)

trecho do texto de  
Norbert Lieth



segunda-feira, 13 de abril de 2015

Uma verdade gloriosa É sermos chamados de "amigos" de Jesus Cristo


Como crentes renascidos fazemos bem em sempre examinar a nossa posição diante do Senhor. Isso faz parte do fundamento de qualquer discipulado verdadeiro.

Em João 15.15 lemos a gloriosa palavra do Senhor Jesus:
"Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer."

Sobre isso devemos nos alegrar de todo o coração. Mas com esta passagem acontece o mesmo que com todas as demais afirmações das Escrituras: devemos lê-la em seu contexto para não chegarmos a uma interpretação unilateral.

No que diz respeito ao conteúdo desta palavra, por um lado trata-se de uma verdade gloriosa sermos chamados de "amigos" de Jesus Cristo, pois Ele mesmo o afirmou. Mas por outro lado devemos ter em mente que somente somos amigos de Jesus Cristo quando cumprimos Suas condições:

"Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando" (v. 14).

Sua palavra "mas tenho-vos chamado amigos" está ligada inequivocamente à condição: "...se fazeis o que vos mando." Oh, que nós como crentes observássemos e concordássemos mais com esta verdade! Então também entenderíamos muito melhor o que significa seguir o Cordeiro por onde quer que vá.


por Marcel Malgo



sexta-feira, 10 de abril de 2015

Façamos de DEUS NOSSA VIDA!


Necessitamos dessa mensagem. É má notícia. Mas precisamos receber as más notícias para procurarmos a cura. Podemos menosprezar o fato da vida ser vazia, podemos ocupar-nos em atividades frenéticas, podemos trombetear em alto som que estamos felizes e satisfeitos, mas não podemos escapar. Buscando sombras incontáveis ficamos cada vez mais vazios. Somente quando reconhecermos a total futilidade de todos os esforços nesta vida, nos voltaremos para aquele que pode dar o significado e a satisfação que buscamos.

A vida realmente tem significado, propósito e valor quando nossa meta é servir a Deus. "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más" (12:13-14).

Há um espaço em nossa alma que somente Deus pode ocupar, e nunca estaremos em paz até que permitamos que ele a preencha.

Esta é a mensagem de Eclesiastes. A vida é vazia, a menos que façamos de Deus nossa vida. Ele é a única meta adequada de nossa existência. Sem Ele descemos no vazio e no desespero, apesar de todos os esforços para nos enchermos com o mundo. "Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (1:2).

-por Gary Fisher


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Jesus, somos obra Sua!

O organista de uma igreja em certa aldeia estava tocando um trecho de uma composição de Mendelssohn. Mas ele tocava muito mal. Um estranho que ia passando pela rua ouviu os acordes, entrou na igreja e esperou o final da música. Então ele pediu ao organista que o deixasse tocar. Este se opôs energicamente: "Além de mim, ninguém toca nesse órgão!" Por várias vezes o estranho teve que pedir e implorar, até que finalmente o organista cedeu. O estranho se assentou diante do órgão, acertou os registros e começou a tocar a mesma música. Mas que diferença! A pequena igreja encheu-se de música celestial. O organista escutava extasiado e perguntou: "Quem é o senhor?" O visitante respondeu: "Eu sou Mendelssohn!’ "O quê?", disse o organista, "e eu não quis deixá-lo tocar o órgão!?"


Jesus salvou a nossa vida de maneira maravilhosa e nos comprou por alto preço. 

Somos obra Sua.

Permitamos que Ele toque os acordes da música de nossa vida! Então Ele tomará nossa existência em Suas mãos e fará dela uma melodia celestial.

Eu gostaria de enfatizar e sublinhar ao máximo esse apelo tão simples! Pois, se você permitir essa mudança de lugar e entregar ao Senhor Jesus Cristo o domínio sobre sua vida através de uma decisão consciente, Ele a transformará maravilhosamente! Então você será algo para louvor da Sua glória e terá a certeza de que não será envergonhado na Sua vinda! 

fonte: (Norbert Lieth )
Extraído do livro A Esperança do Arrebatamento.





sábado, 4 de abril de 2015

A glória da Sua vida

Estamos em abril de 1999 depois de Cristo (não depois de Buda, Maomé, Confúcio, Augusto, César, Napoleão, Gandhi, Marx ou Lenin). 

Nenhum homem deixou tantos rastros neste mundo como a vida do Senhor Jesus Cristo. Toda a Sua vida e toda a Sua existência tinham apenas um alvo: "Pai, glorifica o teu nome!" E o Pai podia dizer: "Eu o glorifiquei." O objeto desse profundo anseio era a humanidade nesta terra, na verdade, cada pessoa individualmente. 

O Deus Eterno se preocupa com você de maneira bem pessoal! Nós – você e eu – não somos indiferentes para o Senhor, pois Ele "deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade" (1 Tm 2.4). Por isso Ele enviou Seu amado Filho unigênito (Jo 3.16).

                                                                                                          ________ por Norbert Lieth



sexta-feira, 3 de abril de 2015

O rei Pacachuti encontrou Deus!

O rei Pacachuti (1431-1471 d.C.) levou o império dos incas ao auge. Mesmo sem acesso à Bíblia, ele chegou à conclusão de que, até então, tinha adorado apenas um elemento da criação, o Sol, e não o próprio Criador.

Em primeiro lugar, ele observou que Inti (o Sol), seu deus, fazia diariamente a mesma coisa. Portanto, a vida dele mesmo era mais interessante do que a do seu deus.

Em segundo lugar, ele se admirou que uma pequena nuvem podia encobrir a visão do seu deus.
 
Em terceiro lugar, ele se perguntou: quem terá criado o Sol?

Assim, ele pesquisou os escritos de seus antepassados. E, eis que tinha havido um tempo em que seu povo havia adorado o Criador de todas as coisas, o verdadeiro Deus. Desse modo, ele procurou e encontrou o Deus que é muito maior que qualquer elemento da criação. Então, o rei ordenou ao seu povo que não adorasse mais o Sol, mas Aquele que tinha criado o Sol.

fonte: “Leben ist Mehr”, 2008, CLV.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Seguir a Jesus

Seguir a Jesus requer uma decisão seguida por ação. A Bíblia diz em Mateus 4:19-20 "Disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Eles, pois, deixando imediatamente as redes, o seguiram."

Seguir a Jesus significa negar-se a si mesmo. A Bíblia diz em Mateus 16:24 "Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me."

Seguir a Jesus significa guardar os Seus Mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 2:4 "Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade."

Se não seguimos a Jesus, seguimos a Satanás. A Bíblia diz em Mateus 12:30 "Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha."

por/informaçãobiblica/JesusVoltará



quarta-feira, 1 de abril de 2015

Amar a Jesus, segui-lO e obedecê-lO deveria condicionar nossa vida, não outra coisa qualquer.

Para você, o viver é somente Cristo? Quem condiciona e dirige sua vida? Você consegue exclamar com a mesma paixão de Paulo: “para mim, o viver é Cristo!”?

Não seria o dinheiro o que desempenha o papel central na nossa vida tão agradável? Ou, se não for o dinheiro, talvez seja nossa aparência, nossa fama ou aquilo que os outros pensam de nós? Será que o mais importante é ver os outros falando bem de nós e nos saudando com deferência? 

“Olhem para mim! Eu sou tão legal! Vejam como me oferecem o melhor lugar!” Ou será que a essência da nossa vida é nos divertir até não poder mais? O lazer está no topo da nossa lista de prioridades?

Em Lucas 12.34 está escrito: “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. Onde está o seu tesouro? Onde está seu coração? No banco, junto da conta número 4875? Ou no mundo, com as celebridades e os famosos? No campo de futebol? Na televisão? Na internet?

Nosso tesouro está nos céus – pelo menos é ali que ele deveria estar – e por isso nosso coração deveria ser direcionado para as coisas celestiais e não para as terrenas. Amar a Jesus, segui-lO e obedecê-lO deveria condicionar nossa vida, não outra coisa qualquer.

Paulo escreveu a carta que contém essa afirmação à igreja de Filipos: “para mim, o viver é Cristo” (Fp 1.21)


trecho de texto do autor Thomas Lieth




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