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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Jesus é o "dom inefável"

A questão da culpa
A morte de Jesus não foi o resultado de ações puramente humanas, pois fazia parte do Plano de Deus para a salvação da humanidade. Jesus é o "dom inefável" de Deus para nós (2 Coríntios 9.15). Ele realizou o desígnio de Deus para nossa salvação e o Pai celestial O entregou, como Cordeiro de Deus inocente, pela nossa culpa (veja João 1.29,36).

Naturalmente essa entrega aconteceu através das mãos de pessoas. A geração do povo judeu da época entregou Jesus aos gentios (romanos), para que Ele fosse crucificado. Os israelitas representaram o sacerdócio que ofereceu o Cordeiro para o sacrifício ("...a salvação vem dos judeus" – João 4.22), e Roma, a potência mundial, foi a instância executora.

Tanto os judeus como os gentios mataram Jesus. Entretanto, mais do que a geração que vivia na época, foram os pecados de todas as gerações, de todos os seres humanos de todas as épocas, que O mataram – pois Ele morreu pelos nossos pecados, trazendo-nos a redenção.

Todos nós somos culpados: "Porque Deus a todos encerrou na desobediência (tanto judeus como gentios), a fim de usar de misericórdia para com todos" (Romanos 11.32).

                                         por Norbert Lieth



terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A ressurreição de Jesus, fonte de esperança!

1 Pedro 1:6 - Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações,

O Deus revelado nas páginas da Bíblia Sagrada é um Deus de esperança. Para cada fracasso humano, Ele revelou uma provisão divina! O pecado de Adão teve solução. A rebeldia de Israel teve solução! A depravação da humanidade teve solução! Até para a morte o Senhor deu jeito. Nosso Senhor é uma fonte inesgotável de esperança!

Era essa confiança que alimentava a fé dos primeiros cristãos. Quando recordavam da ressurreição de Jesus e do seu túmulo vazio, sua fé nas promessas de Deus era renovada, e eles encontravam forças para suportar qualquer provação! Atentos ao fato de que o Salvador estava vivo, eles se encorajavam em prosseguir na missão de anunciar o evangelho a toda criatura!

Será que o túmulo vazio encoraja você a prosseguir em sua fé?

___________ por Pastor Sérgio Fernandes



domingo, 15 de fevereiro de 2015

JESUS CRISTO, O Árbitro Perfeito

“Porque ele não é homem, como eu, a quem eu responda, vindo juntamente a juízo. Não há entre nós árbitro que ponha a mão sobre nós ambos” (Jó 9:32-33).

Este abismo entre Deus e o homem existia até a chegada de Jesus Cristo. Aí havia um árbitro. O Verbo estava com Deus no princípio mas tornou-se carne e habitou entre os homens (João 1:1-3,14). 

Esse era aquele cujo nome devia ser Jesus porque ele iria salvar seu povo dos seus pecados (Mateus 1:21). Em Filipenses 2:5-8 Paulo dá uma descrição distinta de Cristo estar com Deus e depois encontrar-se de certo modo como um homem, se humilhando e tornando-se obediente até a morte, até a morte de cruz.

Aqui estava o árbitro perfeito. Aqui estava aquele que podia colocar as mãos em Deus e no homem. 

Ele podia ser tocado com os sentimentos das fraquezas dos homens, pois ele foi tentado em todos os pontos como um homem, porém sem pecado (Hebreus 4:15). 
Ele podia satisfazer tanto as necessidades de Deus quanto dos homens. É através de Cristo que Deus pode ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus (Romanos 3:26). 

A justiça exigia que o pecado fosse castigado. Como isso poderia ser feito e o homem ser justificado aos olhos de Deus? Deus não podia passar por cima do pecado e o homem não podia tornar-se justo aos olhos de Deus. 

Ele carregou nossos pecados na cruz (Hebreus 9:28; 1 Pedro 2:24). 
Ele sofreu por nós (1 Pedro 2:21). 
Ele morreu pelos nossos pecados (1 Coríntios 15:3; Romanos 5:6,8);
Ele deu a si mesmo por mim (nós) (Gálatas 2:20) e
aqueles que estavam longes foram aproximados pelo sangue de Cristo (Efésios 2:13).

O pecador alienado tem um árbitro, alguém que está entre ele e Deus, que pode satisfazer as necessidade de ambos pela sua morte e pelo derramamento de seu sangue. Assim, ele abriu o caminho para a salvação do pecador e para Deus ao mesmo tempo ser justo enquanto justifica o pecador. Ele também é o árbitro entre o pecador justificado, o cristão, e seu Deus.

Ele é o nosso grande sumo sacerdote (Hebreus 4:14), nosso mediador (1 Timóteo 2:5) e
nosso advogado (1 João 2:1). 

Ele é o único mediador. Não há nenhum outro (1 Timóteo 2:5).
Ele também é nosso intercessor. Nos dias do profeta Isaías não havia um intercessor (Isaías 59:16), mas Deus prometeu que Deus viria a Sião (versículo 20).

No Novo Testamento lemos: “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25). 

Árbitro, mediador, advogado, intercessor — Jesus Cristo é tudo isso. Ele“morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1 Pedro 3:18).

trecho do texto de Dick Poplin

grifo meu)


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Jesus Cristo, a primazia em nossa vida diária.

Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e… vi… um semelhante ao Filho do homem (Apocalipse 1:10-13).

“No dia do Senhor”

O apóstolo João, já bem idoso, estava no exílio, só na ilha de Patmos. Ele havia renunciado muitas coisas por amor ao Senhor Jesus, mas tinha uma alegria especial: cada nova semana trazia um dia que pertencia ao Senhor. Era o dia do Senhor, o domingo, que inicia a semana.

Nesse dia ele O viu “no Espírito”: o Senhor ocupou todos os pensamentos de João. Ele lhe deu uma mensagem para sete igrejas. Mas antes de dizer o que deveria ser escrito, o Senhor Se apresentou ao apóstolo. João viu “um semelhante ao Filho do homem”, JesusCristo, no papel de Juiz. Ele jamais O tinha visto assim antes, e ficou profundamente impressionado. “E eu, quando vi, caí a seus pés como morto” (v. 17).

Como você costuma passar seus domingos? O domingo é realmente o dia do Senhor para você, onde Ele recebe nossa adoração, quando ouvimos o que Ele tem a nos dizer por meio de Sua Palavra? Será que Lhe damos a oportunidade de encher nossos pensamentos? 

No domingo, por ser um dia de descanso, temos mais tempo para desfrutar do nosso amado Senhor Jesus. Só não podemos esquecer que o Senhor é Senhor do domingo, do sábado, da segun­da-feira… enfim, de todos os dias e de todas as horas. “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse” (Colossenses 1:19). Por isso, Ele tem de ter a primazia em nossa vida diária.

do Devocional Boa Semente

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Veracidade do poder de Jesus

A ressurreição de mortos é um milagre – não menos quando isso ocorre espiritualmente, como acontece com freqüência.

Jesus Cristo veio, morreu por nós, ressuscitou dentre os mortos, foi elevado aos céus, para despertar mortos e cegos espirituais: “o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro” (Efésios 1.20-21).

Jesus foi elevado acima de qualquer poder e tudo está sujeito a Ele. Desse modo, Jesus também é muito superior àquele que, conforme Efésios 2.2, reina nos ares e atua neste mundo através dos seus demônios. Todo aquele que crê em Jesus é vivificado, renasce espiritualmente e, através de Jesus, já ocupa agora sua posição nos lugares celestiais. Tal pessoa não está mais sob o domínio de Satanás, pois se encontra sob o poder do Espírito Santo de Jesus (veja Colossenses 1.13).

“Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus” (Efésios 2.4-6).

Muitas pessoas já experimentaram essa transformação, o que é uma constante comprovação da veracidade da Palavra de Deus e do poder de Jesus.

por Norbert Lieth 
(foto obtida na internet)



sábado, 7 de fevereiro de 2015

JESUS CRISTO, A Sua verdade é incrivelmente bonita!

É fácil ver que a Bíblia mostra as montanhas de forma proeminente. Os exemplos incluem

o Ararate,
onde a arca pousou (Gênesis 8:4);
o Sinai,
onde a Lei foi dada a Moisés (Êxodo 19:20);
o Nebo,
no qual Moisés morreu (Deuteronômio 32:49); e
o monte da Transfiguração,
onde a autoridade de Jesus foi confirmada aos apóstolos (Marcos 9:2).

Coisas boas muitas vezes aconteciam em montanhas. Muitas vezes se associa Deus aos montes. O salmista proclamou, "Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra" (Salmos 121:1,2).

Dado este histórico, não é surpreendente que Jesus subiu na montanha e lá ensinou a seus discípulos. É o que poderíamos esperar. A geografia da Palestina e a qualidade acústica natural de tal lugar também incentivavam a sua seleção.
Mas também podemos entender uma aplicação espiritual?


Jesus ensinava da "terra mais alta" não somente no local físico de seu sermão, mas também nas suas perspectivas morais, éticas e teológicas. Ele era vastamente superior aos líderes judeus contemporâneos em todos estes sentidos.

A sua sinceridade e verdade ultrapassavam a hipocrisia deles. O seu amor pelos perdidos se sobressaía em relação ao egoísmo deles. A sua reverência para com Deus se posicionava acima do orgulho deles.

O cristianismo genuíno, quando comparado com qualquer outra religião ou filosofia, é uma terra mais alta. Ele nos dá a maior visão da humanidade, a única revelação verdadeira de Deus e a única esperança verdadeira que o homem pode possuir.

Da mesma forma que amamos a paisagem do Monte Everest, a maravilha da engenharia de um arranha-céus gigante, ou a graça e o poder de um "gigante" numa quadra de basquete, as alturas incríveis do Caminho de Cristo são muito mais grandiosas.

Jesus prometeu, "conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32). A sua verdade é incrivelmente bonita. Que possamos proclamá-la e segui-la sempre.

__________por Michael Brooks
 
 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A vida de oração de Jesus

“Eu e o Pai somos um”, disse Jesus aos judeus no Pórtico de Salomão (Jo 10.30). Apesar da completa intimidade com o Pai, Jesus era um homem de oração? A resposta, a mais explícita possível, é da lavra daquele que escreveu a Epístola aos Hebreus: “Durante a sua vida aqui na terra, Cristo, em alta voz e com lágrimas, fez orações e súplicas a Deus, que o podia salvar da morte. E as suas orações foram atendidas porque ele era dedicado a Deus” (Hb 5.7).

Só no último dia de vida (a sexta-feira começava na noite de quinta-feira), Jesus orou três vezes: no Cenáculo, no Getsêmani e no Calvário. Na sala ampla e mobiliada, ele orou pelos discípulos e por aqueles que creriam nele (Jo 17.20). No Getsêmani, Jesus orou por ele mesmo: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice” (Mt 26.39). Na cruz, das sete palavras ali proferidas, três foram orações: a primeira, em favor daqueles que o crucificavam (“Pai, perdoa-lhes”); as outras duas, em favor dele mesmo (“Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” e “Pai, nas tuas mãos entrego meu Espírito!”).

Além das orações feitas na cruz, o Evangelho de Lucas menciona a vida de oração de Jesus em cinco passagens:

5.16 -- Mas Jesus retirava-se para lugares solitários e orava.
6.12 -- Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus.
9.18 -- Certa vez Jesus estava orando em particular, e com ele estavam os seus discípulos.
9.28 -- Aproximadamente oito dias depois de dizer essas coisas, Jesus tomou consigo a Pedro, João e Tiago e subiu a um monte para orar.
11.1 -- Certo dia Jesus estava orando em um determinado lugar.

A esta lista, deve-se acrescentar a passagem de Marcos 1.35: “De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando”.

Não se diz que Jesus orava naqueles horários rígidos de oração, pela manhã, ao meio-dia e à tarde (Sl 55.17; Dn 6.10). Ele orava mais durante a noite do que durante o dia, mais nas montanhas do que em outro lugar. Uma coisa é certa: as orações do Senhor não eram rotineiras e cheias de vãs repetições.

Influenciado pela vida de oração de Jesus, um dos discípulos lhe disse: “Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou os discípulos dele” (Lc 11.1). Foi nessa ocasião que Jesus ofereceu o modelo universal da oração dominical e discorreu sobre a perseverança na oração e sobre a boa vontade de Deus em nos ouvir e responder (Lc 11.2-13).

Há uma relação das orações de Jesus com os acontecimentos anteriores ou posteriores que o envolviam, como se pode ver nos textos que as seguem ou antecedem.

Revista Ultimato edição 336


domingo, 1 de fevereiro de 2015

Devocional Dádivas do Senhor: Confiar simplesmente em Deus

Devocional Dádivas do Senhor: Confiar simplesmente em Deus: Não sabemos todas as respostas. Muito sofrimento fica sem explicação.  Jó passou seus dias implorando a Deus que lhe desse audiência ...

A FORÇA DOS PEQUENINOS


Bill e Jenny Morris, um jovem casal de missionários da América do Norte, tinham sido enviados para um lugar particularmente difícil: a fronteira do Tibete. Poucos haviam ousado ir lá antes. A população estava mergulhada na idolatria; a moral e o estilo de vida deles eram deploráveis. Esse foi o relato de Bill acerca de suas experiências:

“Durante sete anos pregamos Cristo sem que houvesse nem uma conversão sequer. Aprender a língua nos custou muito esforço, e cada dia tentávamos demonstrar àquele povo que os amávamos. Porém, eles jamais mostraram o menor sinal de confiança em nós.

Então, no sétimo ano, algo aconteceu: o nascimento de nossa filhinha. Quando nossa Betsy começou a engatinhar, os aldeões a observavam e riam. Quando ela aprendeu a falar, passou a se comunicar facilmente com as crianças da vila. Um dia ouvimos as crianças repetindo versículos e musiquinhas bíblicas que ensinávamos a Betsy. 

Para nós aquilo foi um milagre. Quando tínhamos perdido todas as esperanças de alcançar o coração do povo, eles receberam o testemunho do Senhor Jesus pela boca de nossa pequena filha. Deus a usou na primeira conversão. Desde então, há oito jovens que estão lendo o evangelho e se preparando para pregar entre seus conterrâneos.”

Extraído do devocional "Boa Semente" 


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