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quarta-feira, 9 de julho de 2014

O Sentido da Vida... sempre preocupou a humanidade




"Por que vivo?", 
"Qual a razão da vida?", 
"Qual o objetivo de viver?"

Mary Roberts Rinehart disse sobre o sentido da vida:  "Um pouco de trabalho, um pouco de sono, um pouco de amor, e tudo acabou." 
Edmund Cooke afirmou: "Nunca vivemos, mas sempre temos a expectativa da vida." 
Colton:  "A alma vive aqui como numa prisão e é liberta apenas pela morte." 
Shakespeare:  "Viver é uma sombra ambulante." 
R. Campbell:  "Viver é um corredor empoeirado, fechado de ambos os lados." 
Rivarol:  "Viver significa pensar sobre o passado, lamentar sobre o presente e tremer diante do futuro."

Será que todas essas não são afirmações bastante amargas e desanimadoras sobre o sentido da vida? Parece que todos falam apenas de existir e não de viver verdadeiramente.

Jesus tocou no âmago da questão ao dizer: "Eu sou... a vida" (João 14.6). Por isso o apóstolo Paulo escreveu sobre o sentido da sua vida: "Porquanto, para mim o viver é Cristo" (Filipenses 1.21). Por isso, também o apóstolo João começou sua primeira epístola com as palavras: "O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)" (1 João 1.1-2).


[...]  dê ouvidos à voz de Jesus, que resume o sentido da vida numa única frase: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17.3). 

por Norbert Lieth 


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