Tradutor, selecione o idioma:

sábado, 28 de junho de 2014

Como se livrar da ditadura da carne


Se você quer colocar debaixo de seus pés a pecaminosidade latente, considere a proposta de Jesus Cristo: “Se alguém quer ser meu seguidor, que esqueça os seus próprios interesses, e seja pronto cada dia para morrer como eu vou morrer e me acompanhe” (Lc 9.23, NTLH). Tome, então, as seguintes providências:

Primeira - Aceite humildemente o diagnóstico das Sagradas Escrituras. Você é portador de uma doença moral grave, incômoda, persistente e incurável.

Segunda - Tenha misericórdia dos outros, pois o mal que os acomete é também o mal que você carrega dentro de si.

Terceira - Peça socorro a Deus. Diga como Paulo: “Que situação terrível, esta em que estou! Quem é que me livrará da minha escravidão a esta mortífera natureza inferior?” (Rm 7.24, BV). Ou como o salmista: “De onde me virá o socorro?” (Sl 121.1).
Quarta - Alimente o bem, e não o mal; o Espírito de Deus, e não a carne; o lado angelical, e não o lado diabólico; a natureza superior, e não a natureza inferior; o “Pequeno Ubaldo”, e não o “Grande Ubaldo”. Não veja, não ouça, não leia, não manuseie, não engula nada que estimule a pecaminosidade latente. Mas escancare os olhos e os ouvidos para absorver o alimento espiritual. A leitura cuidadosa e meditativa da Bíblia e a prática da oração bem feita são exercícios fundamentais para robustecer a alma.

Quinta - Uma vez bem alimentado, diga sempre “não” à vontade pecaminosa, à carne, à “parte maldita”, aos “impulsos negativos”, ao princípio do mal, à velha natureza, ao pecado em estado latente. Renuncie a si mesmo. Não acorde o “leão adormecido”. Para ser discípulo de Jesus você precisa aprender a negar-se a si mesmo.

Sexta - Aguarde a plenitude da salvação, quando você será salvo também da presença do pecado, por meio de novo corpo (1 Co 15.42-49), novos céus e nova terra (2 Pe 3.13). Você já foi salvo da culpa do pecado (justificação) e do poder do pecado (santificação). Falta ainda ser salvo da presença do pecado (glorificação). Essa derradeira e bem-aventurada salvação está a caminho.

texto retirado da Revista Ultimato 277


 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

AINDA TEMOS TEMPO?

Porém tu espera agora, e te farei ouvir a palavra de Deus.
Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações
(1 Samuel 9:27; Hebreus 3:7-8).

Em uma entrevista, um cientista afirmou que em nossa sociedade tudo se acelera e se complica com o desenvolvimento de novas tecnologias. Disse que esta constatação o levava confusamente a estar consciente de um prazo final, porém o levava também, por mais estranho que pareça, à consciência da realidade da eternidade.

A falta de certezas com respeito ao porvir coloca à prova a mente do homem sem Deus. Como acalmar essa inquietação? Escutemos Deus falar em Sua Palavra. 


Ele também nos ensina que o tempo é breve: "E já está próximo o fim de todas as coisas" (1 Pedro 4:7). "Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece" (Tiago 4:14).

Deus nos mostra a melhor inversão possível de nossa vida: "Apega-te, pois, a ele, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem" (Jó 22:21).

Ele nos diz que este tempo não nos pertence e que teremos que prestar contas de como o utilizamos: "Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra" (Eclesiastes 3:17).

Ele quer nos preparar para a eternidade. O Senhor Jesus disse: "Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida" (João 5:24). Quanto tempo será que ainda temos?



fonte: Chamada/encontreapaz2014 




 

Esperança viva

por Wim Malgo 
 
Se você é conduzido em meio às nuvens espessas da tribulação, agarre-se no Invisível, pois sentindo ou não a presença do Senhor, assim mesmo Ele está presente!

Ele diz: "...andou em trevas sem nenhuma luz, e ainda assim confiou em o nome do Senhor e se firmou sobre o seu Deus". Em outras palavras: nunca se deixe determinar pela neblina da incredulidade, pois nesse caso tudo fica muito confuso.

Em outras palavras: você tem a vida eterna em si porque Deus fez você renascer para uma esperança viva. Essa vida é indestrutível.

Se durante a sua peregrinação sobre a terra de vez em quando você se vê envolvido em negras e espessas nuvens, eu lhe digo: suba, chegue até a presença de Deus! Na presença do Senhor não há neblina, mas pura luz, deleite e enlevo.

Dê graças a Deus pela neblina e pelas nuvens escuras em sua vida, que lhe ensinam a se agarrar mais à realidade da vida em Jesus Cristo.

"Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados, o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva." Salmo 84.5-6



terça-feira, 24 de junho de 2014

A sabedoria de Deus sempre funciona. Ela é perfeita.

O que todo crente precisa, mas não quer; tem, mas não sabe o que fazer com elas? A resposta é: provações. Não as queremos, mas as temos. Quando as temos, não sabemos o que fazer com elas. E, embora elas sejam sempre individualizadas, todas envolvem a mesma questão subjacente: confiar na Palavra de Deus e viver por ela.

[...]
Deus dirige e supervisiona tudo o que Ele lhe dá. Ele sabe quanto você pode suportar e o que é necessário para que você amadureça. Deus vê o seu potencial. Ele é como um professor gabaritado e um pai perfeito em uma só pessoa, e quer apenas o melhor para você. Ele usa de provações para ajudá-lo a crescer, para que você possa maximizar seu serviço em Seu Reino.

A chave para suportarmos as provações é a sabedoria de Deus, que vem apenas por meio de Sua Palavra.

Consequentemente, devemos aplicar as Escrituras às nossas situações diárias com diligência, sendo “praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes” (Tiago 1 v.22). 

A sabedoria de Deus sempre funciona. Ela é perfeita. Quando obedecemos à Palavra, superamos o pecado e impedimos a provação (que é neutra) de se transformar em uma tentação (que é negativa).

trecho do texto de  
Richard D. Emmons 


domingo, 22 de junho de 2014

O maior sanduíche do mundo!

Quando Jesus disse aos discípulos que uma multidão com mais de cinco mil pessoas devia ser alimentada por eles, a reação foi de estranheza. A reação de André foi até estapafúrdia: “Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos – mas o que é isto para tanta gente?” (João 6:9).

Quase todo crente sincero já passou por situações difíceis, nas quais as palavras do Mestre pareceram não se encaixar. Quantos de nós, diante de problemas prementes, olhamos honestamente para as “soluções” da Bíblia e, com muita preocupação, tememos que as propostas bíblicas não sejam soluções. Afinal de contas, a pergunta de Filipe tinha lógica: ainda que tivéssemos “duzentos denários”, a fome do povo continuaria...

Felizmente, o evangelista João apressou-se a esclarecer: Jesus “já tinha em mente o que fazer”. Nas crises de nossa vida, Jesus sempre sabe o que fazer. O que Ele quer é testar nossa dedicação a Ele e ao Seu poder de resolver nossos problemas. 


Quando fugimos para um canto e, às escondidas, comemos nosso sanduichinho de cinco pães e dois peixes, a multidão continua com fome. Quando, apesar de não entendermos muita coisa, temos a coragem de entregar a Jesus o pouquíssimo que temos, o Mestre transforma nossa pequena oferta no maior sanduíche do mundo!


                                          pr Olavo Feijó



 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

As crises da vida abalarão nossa fé no Senhor?

Quando tudo vai bem, é fácil confiar no Senhor e seguir sua vontade. Mas, quando aparecem problemas e o serviço de Deus fica difícil, há uma forte tentação para abandonar as soluções de Deus e procurar nossas próprias soluções.
 
O Salmo 11 foi escrito num período difícil da vida de Davi. Saul caçava-o implacavelmente. Amigos bem intencionados, vendo seu apuro, encorajaram-no a inventar seu próprio modo de resolver o problema. Eles aconselharam: "Foge, como um pássaro, para o teu monte".  O modo de Deus não dará certo; você tem que arquitetar o seu próprio plano. 

Esses amigos focalizaram no problema terrestre: o poder, a injustiça e a traição dos homens (Salmo 11:2-3). Daí o conselho: "Foge . . . para o teu monte."

A resposta de Davi focalizou no Senhor. Ele fez cinco afirmações (Salmo 11:4-7):

1. O Senhor está no seu trono. Deus está no comando.
2. Os olhos do Senhor estão alertas. Ele sabe exatamente o que está acontecendo.
3. O Senhor experimenta tanto o justo como o ímpio. As crises da vida são testes de nossa confiança na vontade do Senhor.
4. O Senhor odeia os ímpios. Ele os pune.
5. O Senhor ama os justos. Aqueles que se mantêm fiéis permanecerão na presença do Senhor.

Encaramos situações difíceis. Amigos nos aconselham a procurar nosso próprio modo e ignorar os mandamentos de Deus. As crises da vida abalarão nossa fé no Senhor? Ou veremos Deus em seu trono e nos submeteremos à sua vontade, apesar das consequências? Que Deus nos ajude a nunca fugir para nosso monte, mas sempre confiar nele.

-por Gary Fisher 


Bom sono resulta da comunhão da criatura com o Criador

Segundo pesquisa realizada em 2009 pela Associação Brasileira do Sono, mais da metade da população brasileira não consegue dormir bem. Eles devem morrer de inveja de Davi, que num dos seus salmos diz: “Eu me deito, e durmo tranquilo, e depois acordo porque o Senhor me protege” (Sl 3.5). Em outra versão, diz-se: “Eu me deito e logo adormeço”.

Os distúrbios mais comuns que impedem o bom sono listados pelo Instituto do Sono são a insônia, a apneia, o bruxismo, a narcolepsia e o sonambulismo. A providência mais indicada que pode levar a um bom sono é o senso de proteção que resulta da comunhão da criatura com o Criador. 

Ao revelar que tinha sono reparador, Davi fez menção da proteção divina. A declaração dele tem mais valor quando se lê que ele escreveu esse salmo “quando fugia do seu filho Absalão” (2Sm 15.13--17.22). 

Depois de mencionar a noite bem dormida, Davi revela um dado muito importante para quem quer ter boa qualidade de vida: “Não tenho medo dos milhares de inimigos [ou de problemas] que me ameaçam de todos os lados” (Sl 3.6).

Um especialista da Associação Brasileira do Sono afirma que a qualidade do sono é tão importante quanto a qualidade da alimentação.

de -ed345/Ultimato-
 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Nossas lutas diárias


Nas nossas lutas diárias podemos ser abandonados por todos os homens e ninguém permanecerá conosco. Podemos nos encontrar sozinhos, lutando como a única pessoa no mundo que busca fazer o que é certo. 

A nossa recompensa não vem da presença dos nossos amigos, mas da presença do nosso Deus

Muitas vezes abandonamos os outros quando deveríamos estar mais fortes. Como Paulo orou por aqueles que o deixaram, nós também devemos crescer em força e coragem para enfrentar as dificuldades da vida. 

Lembrem de como somos importantes um para com o outro e de como precisamos permanecer com outros pela causa de Cristo

Quando tudo estiver dito e feito, poderemos lembrar das palavras do nosso Deus: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13:5-6).

–por Kent E. Heaton, Sr.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

“vivam como pessoas livres”

Vivam como pessoas livres. Não usem a liberdade para encobrir o mal, mas vivam como escravos de Deus. (1Pe 2.16)

Pedro está ordenando a seus leitores que “vivam como pessoas livres”, de cabeça erguida, sem qualquer sentimento de inferioridade, sem timidez, sem medo, sem o peso da tirania de alguma coisa ou alguma pessoa. É assim que deve ser a vida de quem acaba de nascer do Espírito. Esse pecador salvo agora é filho de Deus e, como filho de Deus e irmão de Jesus Cristo, é também herdeiro de Deus e coerdeiro com Cristo (Rm 8.17).

Na mesma frase, porém, Pedro também ordena: “Vivam como escravos de Deus”. Talvez os irmãos da Ásia Menor tenham ficado confusos: somos livres ou somos escravos? Os mais espertos, os mais experientes devem ter dado toda razão a Pedro, raciocinando: “Se não formos escravos de Deus, seremos escravos das tais paixões carnais das quais Pedro manda que nos afastemos”. 
É a obediência ao Senhor que torna possível a desobediência ao demônio. A verdade nua e crua é que o ser humano não tem a liberdade de comer ou não comer da árvore do bem e do mal. Desde a Queda, ele é obrigado a comer desse maldito fruto, a não ser que ele mude de patrão, por meio de uma conversão autêntica. Aí ele deixa de ser escravo da serpente para ser escravo de Cristo. 

Enquanto o compromisso com a carne machuca, humilha, rebaixa, adoece e mata, o compromisso com Cristo acaba com a dor de consciência, com a dominação “estrangeira” (não somos deste mundo), com a necessidade de uma eterna fuga, com o rebaixamento moral, com o desespero.

A pouquíssima liberdade que o ser humano tem é a de sair da dominação das trevas e ir para a dominação da luz. É aquela que Moisés propôs ao povo de Israel no fim do êxodo: “Eu lhes dou a oportunidade de escolherem entre a vida e a morte, entre a bênção e a maldição” (Dt 30.19). Na versão de Jesus, a escolha é entre a porta estreita e a porta larga, entre o caminho fácil e o caminho difícil, entre a casa sobre a rocha e a casa sobre a areia (Mt 7.13-14, 24-27).

É raro o privilégio de ser escravo de Deus!
  
Elbén Cesar/ Editora Ultimato.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Os santos de Deus


O batismo no Espírito é pouco entendido. Alguns imaginam ser um tipo de benção secundária, da qual uns privilegiados participam em um tempo subsequente ao da salvação. Outros supõem que isso é uma coisa repetitiva a ser buscada pelos santos individual e coletivamente através de intensa oração. As Escrituras ensinam algo bem diferente.

O batismo do Espírito (Cristo sendo o Batizador - João 1:33) tem em vista o corpo de Cristo. Por meio dEle, os santos de Deus, embora muitos, são unidos ao Cabeça que está no céu, e uns aos outros. Isso era algo desconhecido até Cristo ser glorificado. 

É claro que sempre existiram pessoas piedosas. Mas não havia união como um corpo, e nem poderia existir até que a redenção fosse cumprida e Cristo subisse à destra de Deus. Este mistério estava oculto no coração de Deus, esperando o tempo determinado para ser revelado. 

O propósito divino era compartilhar Seu amor com todos aqueles que cressem em Seu Filho, de maneira tão íntima que estes se tornariam o corpo do próprio Cristo aqui no mundo. 

Hoje o Corpo de Cristo ainda está sendo formado pela ação do Espírito Santo, que reúne os membros e co-herdeiros do Senhor que ainda faltam. Quando o número deles estiver completo, o Senhor virá buscá-los para Si mesmo.

Fazer parte desse projeto de Deus é uma honra além de qualquer compreensão!

"Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito"  (1 Coríntios 12:13).

de 'EncontreaPaz"

 

O Senhor virá! coloque suas coisas em ordem

por Nathanael Winkler

Coloque suas coisas em ordem como se o Senhor viesse ainda hoje. Ele pode vir logo, hoje ou amanhã.

Toda a sua vida deveria estar voltada para esse grande acontecimento: o Senhor virá! Providenciemos para que não seja tarde demais para muitas coisas que ainda devemos fazer ou deixar de lado. Uma coisa é certa: não sabemos o dia nem a hora. Mas a Bíblia nos fornece a grande moldura onde se encaixa esse grandioso evento: o palco está sendo preparado diante dos nossos olhos. A vinda de Jesus está hoje mais próxima do que nunca.

Pedro testifica: “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (2 Pe 1.19). Fazemos bem em atentar à palavra profética. Precisamos reconhecer o tempo em que vivemos. A profecia bíblica se cumpre diante dos nossos olhos. E é justamente esse cumprimento que deveria nos acordar.

[...]

Rico ou pobre, saudável ou doente, tenha um bom testemunho diante dos homens. Mantenha somente Jesus diante dos olhos do seu coração, pois Ele certamente virá. Ele virá em breve!

terça-feira, 10 de junho de 2014

Há esperança nas palavras de Jesus


A liberdade é valorizada universalmente. Inúmeras pessoas têm sacrificado suas vidas esforçando-se para assegurarem sua própria liberdade política ou de outrem também. Verdadeiramente em todas as nações do mundo, o encarceramento é considerado como uma severa punição para aqueles que violam a lei. 

Tão valiosa quanto a liberdade pessoal e política, também é aquela que Jesus nos fala em João 8:32. Só que esta liberdade é até mais significativa. Nossos pecados nos levam a conseqüências de vínculos espirituais e mortais -- eterna separação de Deus. Jesus se ofereceu para nos libertar das conseqüências da nossa própria rebelião contra Deus!

Paulo nos lembrou deste benefício do evangelho em Romanos 1:16 ". . .é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego". Deus escolheu o uso de sua palavra, que é a verdadeira mensagem da Bíblia, para salvar-nos de nossos pecados.

Deus, contudo, não nos força a sermos libertos. Muitas pessoas são enganadas por Satanás e seus falsos mestres para que não possam discernir a liberdade do encarceramento (veja 2 Pedro 2:17-22). Infelizmente, muitas pessoas rejeitam a liberdade que Deus oferece e permanecem presas em seus próprios pecados. 

Jesus usou as palavras de um profeta do Velho Testamento, Isaías, para descrever a triste condição daqueles que não aceitam a liberdade divina: "Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados" (Mateus 13:15).
[...]

Deus nos providenciou a confiança e a segurança para estarmos aptos a conhecer a verdade. O mesmo Deus que nos criou e nos deu a habilidade de nos comunicar, tem também a habilidade de transmitir sua vontade para conosco de modo que possamos entendê-la. Devemos humildemente aceitar a responsabilidade de estudar, entender e obedecer sua revelação.

Num mundo desordenado pela dúvida e pela confusão religiosa, nós podemos achar esperança nas palavras de Jesus: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."

- por Dennis Allan


segunda-feira, 9 de junho de 2014

BIBLIA SAGRADA, O porta-joias da Palavra

Aqui eu guardo a Palavra de Deus. Ela me ajudou muito. Foi o livro que eu mais li. Desde a infância. A vida inteira. Há um filete de sangue que percorre toda a Bíblia. Do Gênesis ao Apocalipse. 

Desde o sangue dos animais sacrificados para que de suas peles Deus cobrisse a nudez de Adão e sua mulher (Gn 3.21) até as duas últimas referências ao sangue do Cordeiro, que tornou brancas as roupas da grande multidão que ninguém podia contar e que eram de todas as nações, tribos, raças e línguas (Ap 7.9-17; 12.11). 

Essa Palavra testifica de Cristo e me levou a ele. Ela me mostrou a grande destruição e a grande reconstrução, a grande queda e a grande salvação.

RevistaUltimato 342

domingo, 8 de junho de 2014

É nossa responsabilidade seguir os passos de Jesus!


Vivemos num mundo que tem sido manchado, por milhares de anos, pelo pecado. Estamos rodeados por violência, pornografia, desonestidade e falsa religião. Deus não pretende que nos isolemos deste mundo (João 17:14-21), mas que fujamos dos seus pecados (1 Timóteo 6:11) e brilhemos como luzes num mundo de trevas (Mateus 5:14-16). 

Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível. Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado. É nossa responsabilidade seguir seus passos:

"Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pedro 2:21-22).

­por Dennis Allan

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Jesus pára por sua causa se você clamar a Ele.


"Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram então o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama." Marcos 10.49


Em nossos dias também existem incontáveis "cegos" que ouvem a voz de Jesus, mas não podem reconhecê-lO. Desse grupo fazem parte as pessoas depressivas.

Talvez você também não consiga reconhecer a Jesus, talvez sua visão esteja obscurecida, porque em você tudo são trevas. A Bíblia já não fala mais ao seu coração como antigamente. 

Seu coração está tão pesado que você nem consegue mais orar direito. Saiba que, neste exato momento, Jesus de Nazaré passa por você. Aproveite agora esta oportunidade toda especial. Invoque-O como fez o cego! 

Se você não puder orar em voz alta, clame a Ele em seu coração: "Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!" Mesmo que você se encontre no meio de uma multidão de pessoas, Jesus ouve você. 

O cego Bartimeu não se deixou influenciar pela multidão, e Jesus parou por sua causa. 

Jesus pára por sua causa se você clamar a Ele. O Senhor Jesus curou o cego imediatamente? Não. Primeiro Bartimeu teve que se aproximar bem de Jesus. E então Jesus abriu os olhos do cego? 

Ainda não, pois Jesus ainda exigiu a expressão da fé do cego. Bartimeu compreendeu isso e pediu: "Mestre, que eu torne a ver. Então Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou." Jesus também deseja ouvir o que você espera dEle!

por Wim Malgo 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A bênção da restauração


A vitória sobre o pecado é possível, mas não é fácil. Paulo fala sobre isso abertamente: “O que a nossa natureza humana quer é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana quer. Os dois são inimigos...” (Gl 5.17).  

São duas forças dentro de nós em conflito, em oposição, em briga, em guerra. Os dois modos de vida são diametralmente opostos entre si. Nenhum dos dois lados está disposto a ceder, a entregar os pontos, a fazer algum armistício. É uma luta civil sem tréguas, sem rendição e sem fim.

Não é a primeira vez que a ideia de um poder inimigo aparece na teologia bíblica. Na parábola do trigo e joio, Jesus contou que “certa noite, quando todos estavam dormindo, veio um inimigo, semeou no meio do trigo uma erva ruim, chamada joio, e depois foi embora” (Mt 13.25). Na explicação da parábola, Jesus foi bem explícito:

 “O inimigo que semeia o joio é o próprio Diabo” (13.39).

Precisamos ser realistas e não triunfalistas. Precisamos nos valer da Videira e do Espírito e não só da boa intenção e dos bons propósitos. Ao mesmo tempo devemos ter absoluta certeza de que a vitória final será de Jesus, a quem o Senhor Deus prometeu: 

“Sente-se do meu lado direito, até que eu ponha os seus inimigos debaixo dos seus pés” (Sl 110.1). Essa passagem messiânica é uma das mais transcritas no Novo Testamento. Jesus (Mt 22.44), Pedro (At 2.34-35), Paulo (1Co 15.25; Ef 1.20-22; Cl 3.1) e o escritor da Epístola aos Hebreus fizeram uso dela.

Depois de qualquer comportamento duvidoso, a graça de Deus nos alcança mais uma vez e somos recolocados na posição ou no nível em que estávamos, desde que admitamos o erro e o confessemos com humildade. 

Isso não é outra coisa senão restauração. A bênção da restauração não é só para grandes e longos pecados e escândalos. É para pequenos desvios, cometidos, como costumamos dizer, por pensamento, palavra e obras. Uma restauração atrás da outra é muito melhor do que um pecado atrás do outro! 


Pr. Elben César



terça-feira, 3 de junho de 2014

A criança na missão de Deus



Apenas três versículos nos falam de uma menina -- a empregada da esposa de Naamã (2Rs 5.1-3). Uma menina cujo nome não sabemos, mas cujo exemplo muito nos ensina. Como não era chamada de jovem, provavelmente tinha menos de doze anos; era “apenas” uma criança.

Como essa menina poderia ser útil à esposa do comandante do exército do rei da Síria? Ela parecia muito próxima da dona da casa, pois conversava com ela. Supomos que se ocupava com o atendimento pessoal da senhora, arrumando sua roupa, escovando seu cabelo, cuidando de suas unhas e mãos. Era próxima o suficiente para perceber a tristeza e a preocupação daquela mulher com a terrível doença do marido.

Como teria sido para a nossa garotinha ser violentamente arrancada de sua casa e de sua terra e arrastada para um país estrangeiro? Como teria sido para uma menina de uns 9 anos ficar longe dos pais de repente? Ou, quem sabe, guardar no coração a dor de seus gritos quando foram mortos pelos invasores? Será que ela guardava rancor, mágoa, desejo de vingança?

Tudo indica que não. Com a simples frase “se o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da lepra”, ela mostra um coração puro, incrivelmente vazio de amargura, hostilidade ou ódio.

Também nos surpreende o “insight” dessa menina, seu discernimento em perceber a tristeza da senhora e a crença pessoal de que um profeta de Israel poderia ajudar. Ela mostra uma confiança absoluta em Deus. Mesmo numa cultura adversa, em que a religião falava de outros deuses, e não do único e verdadeiro Deus, ela guardava no coração tudo o que tinha aprendido sobre o Senhor da aliança.

A nossa menina não fez seminário nem curso de missões, mas aqui está ela fazendo missões! Ela serve a uma senhora, mas acima de tudo ao Rei dos reis, cumprindo o propósito que sempre foi explícito para o seu povo -- fazer o nome de Deus conhecido por todos os povos.

Dessa história podemos tirar algumas lições:

1. Devemos aprender com as crianças: “A criança pode nos ajudar a resgatar e preservar virtudes dadas por Deus que ainda estão presentes nela, como a capacidade do perdão, o amor sincero, a amizade fácil, a espontaneidade, a dependência e a humildade”.

2. As crianças têm lugar na missão de Deus: “Na história das missões, outras visões moldaram, de forma inconsciente, a vida e a proclamação do reino de Deus. De certo modo, poder e status foram mais valorizados do que o dom do amor e do servir”. O que essa história nos mostra é exatamente isso -- na missão, o amar e o servir levam à salvação.

3. É importante ensinar as crianças sobre Deus, instruí-las em suas leis, ajudando-as a entender o seu amor não somente por suas famílias, mas também por todas as famílias da terra.

4. Não devemos desprezar a capacidade das crianças de levar outros à fé e à salvação. Devemos dar-lhes oportunidade para falar, testemunhar e até pregar. Por isso devemos orar por elas e com elas, reconhecendo o seu papel no reino dos céus.

Deus já fez um compromisso de ensinar as crianças: “Todos me conhecerão, ‘desde o menor’ até o maior” (Jr 31.33-34). E nós? Seremos seus cooperadores?

por Jan Greenwood


segunda-feira, 2 de junho de 2014

É loucura dar espaço ao ego à custa da nossa alma!


 Peço que evitem as paixões carnais que estão sempre em guerra contra a alma. (1Pe 2.11)

Mesmo sendo “incríveis”, mesmo pertencendo à raça eleita, mesmo sendo sacerdotes do Rei, mesmo tendo deixado as trevas do passado e estando no presente sob a luz, mesmo tendo sido mudados graças à misericórdia divina – os irmãos da Ásia Menor e de todos os lugares e tempos continuam assediados pela herança pecaminosa do pecado.

Pedro se refere aos prazeres carnais, às paixões carnais, aos desejos carnais, à concupiscência da carne ou aos “desejos sensuais” (BP).


Trata-se da propensão pecaminosa, proveniente da Queda, que arrasou a santidade original, uma força motora negativa que acompanha tanto o pecador não convertido como o convertido do nascimento à morte. Esses desejos, muitas vezes fortes demais, lutam contra a alma, combatem contra a alma, fazem guerra contra a alma, batalham contra a alma.

O crente não deve se acomodar, não deve ceder, não deve se acostumar, não deve tolerar. Ele deve afastar-se, ficar longe desses desejos sujos, abster-se deles, principalmente daquelas fontes que os alimentam. 

O clamor de Pedro é em favor da santidade da igreja: “Peço que evitem as paixões carnais”. Em algumas versões, em vez do verbo “peço”, são usados os verbos “insisto”, “exorto”, “conjuro”. Estes dão mais força ao recado de Pedro, que coincide com o de Paulo: “Em nome do Senhor eu digo e insisto no seguinte: não vivam mais como os pagãos” (Ef 4.17).
Pedro apoia o seu clamor pela santidade da igreja com a lembrança de que tanto aqueles irmãos como nós também estamos aqui de passagem: somos todos apenas viajantes, migrantes, hóspedes, peregrinos, forasteiros. Por sermos estrangeiros, este mundo não é a nossa casa e, portanto, não devemos nos sentir à vontade nele!

– É loucura dar espaço ao ego à custa da nossa alma!

de 'Refeições Diárias com os Discípulos'/EdUltimato
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...